O aumento de DSTs entre jovens brasileiros

Enviada em 02/08/2020

Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST), uma doença venérea que aterrorizou todos no passado por conta das perdas de pessoas que vinham a falecer de forma rápida e que acabava destruindo o sistema imunológico. Mas atualmente os jovens brasileiros não sentem o mesmo medo que seus antecessores sentiam e fazem sexo sem prevenção. Assim, faz-se necessário analisar como essa falta de temor e ausência de educação sexual influencia o aumento dessa problemática.

Hodiernamente, jovens não procuram entender como as DST’s são perniciosas e que o não uso de preservativos para impedir essa doença é uma escolha inconsequente. De acordo com Valéria Paes, consultora da Sociedade Brasileira de Infectologia, explica que a população mais jovem não vivenciou terrores do passado, como mortes por complicações da Aids, e, por isso, tem menos prudência.

Desse modo, a crescente proliferação da doença tende a crescer. Atrelado a isso, presencia-se a falta de uma educação sexual desde a escola, alertando sobre os malefícios que essa doença possui e a importância de preservativos pode ocasionar. Segundo o sociólogo Roberto Geraldo da Silva, presidente da Associação Esperança e Vida, organização que trata e abriga pacientes com Aids; aponta que a saída para esse impasse é a educação acadêmica a partir do ensino fundamental.

Esse tipo de educação teria a finalidade tornar os jovens mais sabedores sobre seu próprio corpo e mais protegidos contra doenças. Mas e necessário que o Estado por meio do Ministério da Saúde promova campanhas publicitárias que detalhem para a sociedade sobre as mazelas que DSTs pode acometer um cidadão. Também que o Ministério da Educação e Cultura (MEC) promova aulas, palestras e distribuição de cartilhas sobre a importância da utilização do preservativo. Desta maneira, pode-se amenizar que a DST volte a ser um grande problema para a saúde, portanto, trazer de volta a preocupação a respeito dessa doença.