O aumento de DSTs entre jovens brasileiros
Enviada em 02/08/2020
As Doenças Sexualmente Transmissíves (DSTs) podem ser crônicas, assim como a AIDS, ou temporárias - isto é, aquelas possíveis de serem curadas -, por exemplo, clamídia. Não são transmitidas apenas através do contato sexual, embora seja a forma mais comum.
Entre grande parte das famílias brasileiras o sexo é um tabu. Contudo, não só o diálogo como também a educação sexual nas escolas se fazem necessários, uma vez que os jovens não deixarão de se relacionar.
Em primeiro lugar, prender os filhos apenas faz com que se rebelem, por se sentirem controlados. Sem a informação de que necessitam, vinda do diálogo em meio familiar, acabam não tomando os devidos cuidados e contraindo doenças, muitas vezes irreversíveis. O número de infectados por DSTs e as taxas de mortalidade entre jovens são diretamente proporcionais. Conforme aumentam, a população envelhece, o que gera falta de profissionais no mercado de trabalho e maiores gastos com aposentadoria.
Ao contrário do que muitos pensam, a educação sexual não incentiva as práticas sexuais entre menores de idade, mas ensina as formas de prevenção aos problemas que podem ser gerados, não apenas doenças, mas também a gravidez precoce ou até mesmo assédios e estupros. Com uma população informada, é certo que os efeitos socioeconômicos supraditos serão evitados.
Em conclusão, o meio familiar e as escolas são as principais instituições de formação pessoal e conhecimento, que influenciam nas escolhas de cada indivíduo. Cabe ao governo criar leis que obriguem a educação sexual nas escolas através de livros didáticos, aulas direcionadas e rodas de conversa entre estudantes e professores, além do incentivo pelas escolas ao diálogo familiar.