O aumento de DSTs entre jovens brasileiros

Enviada em 03/08/2020

Hodiernamente, existe um grande aumento da distribuição de doenças sexualmente transmissíveis entre os jovens, pesquisas da Secretaria Estadual de São Paulo apontam que os casos de sífilis por transmissão sexual cresceram 603% durante seis anos, algo que é muito preocupante. A  falta de conscientização e a desinformação são os principais vilões desse assunto.

Em primeiro lugar, a má distribuição de conhecimento à população se torna um fator auxiliar para essa problemática tão perigosa. Uma vez que a pessoa não tenha os conceitos biológicos básicos para saber o que são essas doenças, elas se tornam mais vulneráveis para contraí-las sem saber. Sendo assim, somada com a má instrução familiar, o módulo do vetor posição “casos” dentro de um sistema não-linear poderá crescer exponencialmente.

Em segundo lugar, a falta de preocupação das pessoas em relação ao sexos desprotegido também se torna outro grande coeficiente angular dentro do gráfico. Muitas pessoas pensam que apenas certos grupos podem contrair esses tipos de doenças, , o que se torna um grande equívoco porque segundo o ginecologista Mauro Romero, presidente da Sociedade Brasileira de Doenças Sexualmente Transmissíveis. “Qualquer pessoa sexualmente ativa, independentemente de faixa etária, classe social ou opção sexual". Ou seja, as pessoas podem ser o que quiserem, mas se não utilizarem os métodos de prevenção, poderão sim pegar essas enfermidades e síndromes.

Com todos os argumentos apresentados, é mister que campanhas de conscientização e de distribuição de métodos preventivos para os jovens sejam fortalecidas, não somente isso, mas também é necessário que os intelectuais saiam de suas “torres de marfim” e levem o conhecimento para quem precisa, uma vez que os dados são alarmantes e precisam de atenção. Tendo tudo isso feito, a reta tangencial da função poderá ser curvada e as pessoas poderão ser salvas.