O aumento de DSTs entre jovens brasileiros
Enviada em 03/08/2020
A revolta da vacina ocorrida no início do século XX, enquanto Rio de Janeiro ainda era capital do Brasil, foi um movimento popular que aconteceu por causa da falta de saneamento básico e pela reforma urbana que estava ocorrendo na época. Ademais, teve como estopim a execução de vacinas sem o consenso da população. Dessa forma, deve-se analisar a abordagem superficial sobre o conteúdo de IST’s (Infecções Sexualmente Transmissíveis) nas escolas e as campanhas pouco eficientes ou impactantes como pilares da problemática.
Em primeiro plano, percebe-se que após a Terceira Revolução Industrial, houve um intenso desenvolvimento da medicina preventiva, o que resultou em uma melhoria na qualidade de vida da população. Porém, percebe-se que o número de pessoas infectadas pelas DST’s (Doenças Sexualmente Transmissíveis) continua sendo alto. Onde Sífilis, HIV/Aids e hepatites estão entre as doenças ‘‘silenciosas’’ com índices crescentes no país, então, quando as pessoas não sentem os sintomas esquecem de procurar um médico e não descobrem que estão infectadas (dados do portal de notícias da Globo, G1). Por isso torna-se um grande motivo para as escolas brasileiras falarem de uma forma mais concreta e específica, sobre assuntos envolvendo doenças sexualmente transmissíveis.
Além disso, o primeiro caso de Aids no Brasil foi relatado em 1982 e teve como resposta contra a doença 2 anos depois de seu surgimento. Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), já morreram 21,8 milhões de pessoas por causa da doença e há 36,1 milhões de portadores do vírus espalhados pelo mundo. Cerca de 90% destes vivem em lugares pobres. Ademais, sabe-se que campanhas sociais são de deveras importantes em um país e quando são feitas de maneiras irrelevantes, ou informadas pela metade, não causam efeitos positivos. Sendo assim, a frase do escritor inglês Charles Caleb Colton “A má informação é mais desesperadora que a não-informação”, torna-se válida para tais argumentos.
Portanto, cabe analisar e discutir o conteúdo sobre doenças contagiosas pouco abordado nas escolas e campanhas mal organizadas. Nesse sentido, o Governo Federal, responsável pelo bom funcionamento do corpo social, deve investir na melhoria dos ensinos nas escolas, por meio de incentivos fiscais(dinheiro do governo), para que possa diminuir a desinformação dos estudantes, além de evitar o contágio de doenças. Ademais, é responsabilidade do Estado, administração superior, garantir uma boa administração das campanhas sociais, pelas redes sociais, com o fito de evitar o contagio de IST’s no Brasil.