O aumento de DSTs entre jovens brasileiros
Enviada em 17/08/2020
No filme " O clube de Compras Dallas". Ron Woodroof é diagnosticado com Aids em 1989, uma das épocas obscuras da doença. Na contemporaneidade, as doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) foram banalizadas por jovens que, se mostram despreocupados, seja pela falta de conhecimento da mesma ou pela falta de acesso básico a prevenção e tratamento.
Inicialmente, um entrave foi a perca de medo por parte de jovens que, agem como se as DSTs não fornecem problemas para a população e, consequentemente não tomam os devidos cuidados . Um exemplo disso, é que 43,4% (Pccp 2013) dos jovens não se protegem durante o sexo casual. Nessa situação, o medo da transmissão, que servirá como aliado em 1986 hoje, é ridicularizado, fato que é tão grave e alarmante, considerado os avanços de medidas preventivas desde a época.
Outro desafio enfrentado por jovens, é a falta de acesso básico à tratamentos e medicamentos, uma vez que, Unidades Básicas de Saúde ( UNB) não são realidade em regiões periféricas e de difícil acesso. De acordo, com a lei 196 " A saúde é direito de todos e dever do Estado" e, enquanto não for garantido a sua aplicação em regiões carentes, jovens estarão sofrendo com a indulgencia do Estado.
Portanto, para que haja a diminuição de casos de DSTs em jovens, é preciso que o Estado juntamente com o Ministério da Saúde, façam a fiscalização e implantação de Unidades Básicas de Saúde (UBN) em regiões carentes, de maneira a garantir assistência necessária para jovens, tanto em testes como HIV como em distribuição gratuita de camisinhas. Em adição, o Estado em parceria com o Ongs devem formular materiais e palestras, para que, seja formada uma educação a cerca das DSTs e a importância dos meios de prevenção durante relações sexuais e, de modo geral suas mudanças até a era digital.