O aumento de DSTs entre jovens brasileiros
Enviada em 22/08/2020
Na série “Elite” uma jovem de 15 anos acaba contraindo Aids depois de realizar relação sexual com o namorado sem o uso de preservativos. Infelizmente, fora das telas o número de DSTs(Doenças Sexualmente Transmissíveis) entre os jovens brasileiros tem crescido cada vez mais. Desse modo, percebe-se a configuração de um grave problema em virtude de jovens brasileiros não possuírem consciência sobre a importância do uso regular de preservativos durante o ato e da falta de educação sexual nas escolas.
A priori, o fato de jovens não possuírem consciência dos riscos de não fazerem a utilização de preservativos é uma das principais causas para o aumento de DSTs entre eles. Á vista disso, de acordo com o líder pacifista indiano, Mahatma Gandi, “As doenças são os resultados não só dos nossos atos, mas também de nossos pensamentos”. Dessa forma, vê-se que o modo de pensar desses jovens a respeito do assunto é extremamente importante no que diz respeito a solução do problema. Além do mais, segundo a Organização Mundial da Saúde, mais de 1 Milhão de pessoas contraem DSTs por dia. Logo, pode-se perceber a necessidade de conscientizar esses jovens, que não possuem noção do quão perto e fácil pode ser o contágio, uma vez que, o conhecimento se constrói a partir da informação.
Ademais, a falta de educação sexual nas escolas é um dos motivos de vários jovens não possuírem opinião e consciência formada sobre o assunto. Pois, na maioria dos lares não se discute acerca desses temas, fazendo com que os jovens cresçam sem informações. Diante disso, de acordo com a pesquisa disponibilizada pela revista SciElo, Segundo dados da Organização Mundial da Saúde, a maioria dos jovens dá inicio à sua vida sexual geralmente entre 12 e 17 anos. Estima-se que no Brasil, a cada ano ocorram cerca de 12 milhões de DSTs ao ano. Assim, o desconhecimento do modo de contágio das DSTs e a falta de informação sobre os métodos preventivos facilitam as transmissões, ficando clara a necessidade de se adotar práticas educativas mais eficientes no ambiente escolar. Depreende-se, portanto, que a educação sexual nas escolas tem papel fundamental para os jovens no que diz respeito a informação de doenças sexualmente transmissíveis.
Portanto, medidas são necessárias para resolver o impasse. O Ministério da Saúde em Parceria com o Ministério da Educação deve realizar propagandas por meio de canais de TV que seja mostrado a importância de usar preservativos dando enfoque nos risco que essas doenças podem causar justamente para provocar consciência a essas pessoas. Além disso, deve ser instituído educação sexual nas escolas com palestras semanais a turmas com alunos a partir de 12 anos. Para assim, garantir a redução de contágio de DSTs entre jovens brasileiros.