O aumento de DSTs entre jovens brasileiros

Enviada em 04/10/2020

Com a presença de preservativos em postinhos de saúde na atualidade, o número de doenças sexualmente transmissíveis deveria ser controlado. Porém, o tema é cada vez mais banalizado pela falta de informação e o preconceito envolvido sobre ele. Por  consequinte, o número de  DST’s só tendem a  aumentar, principalmente entre os jovens; situação preocupante, que apenas poderá ser resolvida com investimentos do Governo.

Primeiramente, é necessário apontar a urgência de coscientização do tema, já que conforme a UNAids (Órgão das Nações Unidas) registrou em  2016, cerca de 48 mil novos casos de Aids apareceram no Brasil naquele ano. Certamente, o aumento da contração de doenças sexualmente transmissíveis entre jovens, é o resultado da falta de educação sexual nas escolas. Isto é, se essas aulas fossem introduzidas corretamente ao aluno, de forma didática, não acabaria só o tabu sobre o tema, mas garantiria segurança e um declínio no índice de DST’s.

Ademais, com a falta de informação e explicação dos males gerados  com a inexistência de prevenção, o assunto é cada vez mais banalizado. Com isso, são notados estatísticas como a do OMS(Órgão Mundial da Saúde), que mostrou, que em 2016, 127 milhões de jovens entre 15 e 24 anos contraíram clamídia. Assim, é importante que hajam investimentos do Governo na área da saúde e essencialmente na educação brasileira, ao distribuir preservativos e conhecimento nas instituições de ensino, que consequentemente evitarão a proliferção de doenças nessa camada.

Portanto, urge que o governo, por meio do direcionamento de verbas para as escolas, contrate profissionais, que informarão sobre os métodos contraceptivos; alertarão sobre os riscos das DST’s e distribuirão preservativos aos alunos. Além de caber ao mesmo, investir na saúde brasileira, ao melhorar a qualidade do prognóstico e reduzir a burocracia para atender menores com esse tipo de enfermidade. Tudo isso para acabar com o tabu, a falta de informação e a incidência de doenças sexualmente transmissíveis entre jovens.