O aumento de DSTs entre jovens brasileiros
Enviada em 19/09/2020
De acordo com o jornal BBC, no século XXI ocorreu o aparecimento das primeiras Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs). Porém, somente no século XX ocorreu a comprovação – por meio de estudos clínicos- na forma em que essas doenças se espalham entre as pessoas. Ademais, a melhor forma de diminuir o contágio, é por meio do uso de preservativos durante as relações sexuais. Entretanto, estudos comprovados pelo SUS, mostram que nas últimas décadas houve um aumento no número de infectados, principalmente entre os jovens. Sendo assim, é possível constatar que a falta de informações sobre prevenções; e o tabu da sociedade ao tratar-se de tal assunto, coloca em risco a saúde física e mental de milhões de brasileiros.
Em primeiro lugar, vale informar que, aproximadamente 52% das pessoas não fazem o uso de camisinha durante as relações –Dados do G1- ; e uma a cada 5 pessoas acreditam que existe a cura para à AIDS. Dessa forma, aplica-se o conceito de banalidade do mal da filósofa, Hannah Arendt, ou seja, a prática de ações maliciosas por desinformação, ou pelo caso mais comum, o prazer. Contudo, o Ministério da Saúde diz que 95% das pessoas sabem que a melhor forma de combater as ISTs, é por meio do uso das camisinhas.
Além disso, com Educação sexual nas escolas reduz os casos de ISTs e gravidez precoce – dados da revista Educação. No entanto, menos de 20% das escolas no Brasil contém tal disciplina de forma contínua – dados do Polítize. Desta forma, é visível que as escolas e os responsáveis legais por crianças e adolescentes, privando-os de um conhecimento de uma grande importância, por causa de suas crenças religiosas e pelo sendo comum de que isso acometerá o incentivo a práticas sexuais em tais grupos antes da idade prevista.
Em virtude dos fatos, conclui-se que o Ministério da Saúde, por meio de plataformas midiáticas como as redes sociais e canais televisivos, devem criar propagandas com o slogan “Fora ISTs”, alertando os benefícios do uso dos preservativos, e o da educação sexual nas escolas. Deste modo, o Ministério da Educação com a união das prefeituras, implemente tal disciplina e palestras nas escolas sobre como se prevenir adequadamente, para que não ocorra epidemias de tais doenças.