O aumento de DSTs entre jovens brasileiros
Enviada em 08/09/2020
A Revolução Sexual do século XX, uma das vertentes do movimento de contracultura, tinha como principal objetivo romper com o paradigma tradicional relacionado à sexualidade no Ocidente. Esse período culminou na maior liberdade sexual dos indivíduos, bem como no levantamento de discussões acerca de infecções sexualmente transmissíveis, como a Aids. O cenário brasileiro atual, entretanto, é marcado pelo aumento das ISTs entre os jovens. Nesse contexto, faz-se urgente avaliar as causas dessa questão: o descaso da juventude e do governo.
Nessa perspectiva, deve-se avaliar a negligência dos jovens em relação ao uso de preservativos. Acerca disso, destaca-se que o advento de variados métodos contraceptivos, como o anticoncepcional e a pílula do dia seguinte, somado ao avanço da medicina no que tange o combate às ISTs contribuíram com o sentimento de inatingibilidade da juventude moderna. Assim sendo, nota-se que tal inconsequência comportamental perpetua um quadro crescente dessas infecções entre os jovens brasileiros.
Por conseguinte, deve-se avaliar a posição precária do Brasil no Democracy Index, índice realizado pelo jornal britânico The Economist, que qualifica o funcionamento das democracias mundiais. No censo de 2019, o país foi qualificado como uma democracia imperfeita com baixo funcionamento de Governo. Dessa forma, conclui-se que os representantes políticos agem em prol de seus interesses privados e coíbem os direitos básicos da população na medida em que negligenciam políticas públicas voltadas para a contenção de doenças venéreas. Constata-se, assim, um terreno fértil para o crescimento das ISTs no país.
É imprescindível, portanto, solucionar esse impasse. Para isso, urge que o Ministério da Saúde, órgão responsável pela saúde da população, amplie a divulgação de campanhas publicitárias nas redes sociais que informem os jovens sobre a importância do uso de preservativos. Essa ação deve ser feita por meio de verbas governamentais, com fito de conter as infecções. Outrossim, objetivando confrontar o descaso das autoridades, urge que ativistas políticos realizem mutirões através da mobilização popular em vias públicas e em redes sociais. Dessa forma, a liberdade sexual conquistada no século XX entrará em conformidade com o direito constitucional da saúde e, assim, haverá uma melhora no contexto atual do Brasil.
Por conseguinte, deve-se avaliar a posição precária do Brasil no Democracy Index, índice realizado pelo jornal britânico The Economist, que qualifica o funcionamento das democracias mundiais. No censo de 2019, o país foi qualificado como uma democracia imperfeita com baixo funcionamento de Governo. Dessa forma, conclui-se que os representantes políticos agem em prol de seus interesses privados e coíbem os direitos básicos da população na medida em que negligenciam a busca por políticas públicas para combater a proliferação de doenças venéreas. Constata-se, assim, um terreno fértil para a permanência do TEMA no Brasil.