O aumento de DSTs entre jovens brasileiros

Enviada em 14/09/2020

Em meados do século XVIII na Inglaterra, por conta do numeroso crescimento da população britânica, que resultaria em uma escassez dos alimentos, as autoridades britânicas passaram a fazer uma vista grossa ao uso do preservativo. Com isso, observamos a relação do século XVIII com os dias de hoje, o uso da camisinha não se adapta somente para evitar a gravidez, mas para evitar as doenças sexualmente transmissível (Dst’s).

Por conta do medo - dos Britânicos do século XVIII e dos jovens atualmente - da gravidez, muitos jovens banalizaram as Dst’s pelo medo de uma gravidez não esperada, fazendo com que acabem optando por píluas anti-concepcionais, pílulas do dia-seguinte ou outras formas que são imprescindíveis para a contração das doenças. Isso pode resultar em jovens assintomáticos que não foram diagnosticados - desta maneira não apresentam sintomas e não sabem que tem a doença - e infectam outros indivíduos.

Entretanto, pela questão sexual no Brasil ainda ser um tabu, faz com que os jovens tenham consequências, como por exemplo, a desinformação da parte de alguns, que pode trazer muitos danos para suas  vidas, como o preconceito que eles podem sofrer e os própios danos causado pela doença, isso nós mostra a ineficácia do estado diante essa situação de desinformação.

Destarte, o ministerio da saúde vinculado com as escolas, poderia promover aulas de educação sexual, para que haja mais jovens informados sobre tal assunto.

Em adição, o ministério da saúde poderia realizar campanhas midiáticas, colocar alguns famosos para que possa abranger o maior números de jovens, fazendo com que diminua os números dos jovens contaminados e conseguintemente a questão sexual ir deixando de ser um tabu.