O aumento de DSTs entre jovens brasileiros
Enviada em 21/09/2020
Os casos registrados de doenças como a Aids e a sífilis, que fazem parte do grupo de DSTs ( Doenças Sexualmente Transmissíveis), vem aumentando de forma significativa principalmente entre os jovens brasileiros. Nesse cenário, fatores como a carência de orientações, a não utilização de preservativos e a banalização das consequências que as DSTs podem trazer ao indivíduo, levam ao aumento dessas doenças sobretudo à juventude, e trazem consequências que podem mudar completamente a rotina dos infectados.
A principio, percebemos que apesar de existirem campanhas de conscientização sobre as DSTs e de serem distribuídos preservativos pelo Ministério da Saúde, grande parte dos jovens ainda ignora a seriedade da situação e resistem a utilizar os meios de prevenção dessas doenças, a exemplo do preservativo. Como prova disso, dados da Secretaria de Saúde revelam que nos 5 anos anteriores a 2017 foram registrados aproximadamente 30 mil novos casos de alguma patologia sexualmente transmissível, sendo os principais infectados os indivíduos com idade entre 20 e 29 anos.
Além disso, outra questão determinante para o aumento de casos dessas doenças é a carência de orientações que são dadas no ambiente familiar à juventude. Ainda há receio por parte de muitos pais de dialogarem com seus filhos sobre questões que envolvam a atividade sexual. Dessa forma, por falta de informações, os mais novos não se previnem de forma correta e como resultado acabam contraindo alguma DST.
Portanto, para que o avanço do número de jovens infectados possa ser contido, o Governo Federal, em parceria com o Ministério da Saúde, deveria aumentar o número de campanhas de conscientização destinadas à toda população, mas principalmente aos mais novos, veiculando-as em todos os meios de comunicação com destaque nas redes sociais que são o meio mais visível por esse público. Além disso, os pais e responsáveis deveriam de conscientizar sobre a importância de darem orientações e de conversarem abertamente com seus filhos e dependentes mais novos sobre a vida sexual. Feito isso, a juventude se tornaria mais bem instruída e responsável, e, consequentemente, os casos de DSTs diminuiriam.