O aumento de DSTs entre jovens brasileiros

Enviada em 12/10/2020

Qualquer pessoa sexualmente ativa, independente da faixa etária, classe social ou condição sexual pode contrair uma DST - Doença sexualmente transmissível - isso ocorre quando se pratica ato sexual sem a proteção de um preservativo, popularmente conhecido como camisinha.

A camisinha é mais antiga do que a maioria das pessoas pensa. Desde o Egito antigo, onde se usava um tipo primitivo de camisinha feita com linho e pedaços de plantas, até hoje quando se tem disponível preservativos modernos, confortáveis e altamente seguros, a camisinha evoluiu, sem sombra de dúvida. Diante da variedade de opções da atualidade, torna-se contraditório o fato de que as pessoas, principalmente os jovens, abrem mão do uso desta forma de prevenção.

Nas décadas de 1980 e 1990 houve uma explosão de casos de Aids - Síndrome da Imunodeficiência Adquirida -  em todo o mundo e até hoje não foi encontrada a cura para essa doença, que vitimou tantas pessoas. Contudo a juventude atual, que não vivenciou aquele momento, banaliza o risco e abre mão de se proteger, não só contra o HIV, mas também de outras DSTs como sífilis, gonorreia, hepatite c entre outas.

Apesar da comprovada eficácia do preservativo para evitar contrair HIV e outros patógenos, assim como a prevenção da gravidez indesejada, a juventude moderna se preocupa mais em buscar métodos contraceptivos, como a pílula, por exemplo.

Dessa forma cabe aos órgãos de saúde pública tomem para si a responsabilidade de reverter esse quadro, atuando de forma eficaz em campanhas de conscientização que sejam modernas e veiculadas em todos os tipos de mídia, principalmente as redes sociais, visto que este é o meio de comunicação mais utilizado pelos jovens, e não apenas em época de carnaval, como se faz atualmente.