O aumento de DSTs entre jovens brasileiros

Enviada em 21/09/2020

No mundo antigo, Egipto 1000 a.c , os primeiros protetores sexuais feitos em linho, papel de seda embebido em óleos, bexigas de peixes e tripas de animais, eram confeccionados com finalidade de proteção dos órgãos genitais, prevenindo de doenças infecciosas e de mutilações do mesmo. Por sua vez, não diferem do hoje, novas medidas de prevenções são criadas ,como os métodos contraceptivos, afim de diminuir o aumento de DSTs na sociedade contemporânea, principalmente os jovens brasileiros. Ora mesmo com os avanços científicos e das informações midiáticas, sobre essa temática, há um aumento significativo do número de contaminados.

Nessa Perspectiva, o agravamento dessa mazela na sociedade latino americana é, da falta do conhecimento básico sobre sexualidade. Nesta ótica, muitos adolescentes entre 15 e 19 anos, recorrem primeiramente aos materiais pornográficos, sem ao menos saber dos fundamentos de uma vida sexual ativa e saudável, corroborando uma série de consequências físicas e Psicológicas, perda da qualidade de vida, lidar com preconceitos de amigos e familiares ao saberem que contraiu uma Aids, Sífilis, Hepatite C. Não obstante, mesmo que o mundo antigo, a Europa medieval, e a contemporaneidade  revela as medidas de precauções e de cuidados, persiste a negligência, no que reflete em 1 milhão de pessoas que contraem DSTs por dia, segundo a OMS.

Agrega-se também na elevação de infectados, por causa do medo, em saber através de testes laboratoriais se tem algumas dessas doenças mencionadas. Dessa maneira, todos que estão ao seu redor não saberão, principalmente os parceiros (sexuais),que está Aidético, ou não, por efeito, todo o coletivo padecerá por essa irresponsabilidade, dos sintomáticos e assintomáticos, ocasionando mais disseminações das patologias sexuais transmissíveis. Portanto, uma atitude altruísta seria de que essa pessoa se submetesse aos exames e usos de camisinhas em relação sexual .

Partindo dessa análise, é oportuno salientar que o MEC promova cartilhas de educação sexual do ensino fundamental ao médio, por meio de aulas teóricas e práticas, palestras com os influenciadores digitais, ensinando de forma simples e de linguagem acessível ao público infanto-juvenil, para que todos tenham a clareza e o entendimento do tema trabalhado. Outro agente substancial é a família, para engendrar um relacionamento aberto com os filhos a respeito de assuntos sexuais e de suas precauções, para que estabeleça um direcionamento correto para esse cidadão.