O aumento de DSTs entre jovens brasileiros

Enviada em 31/10/2020

Desde o advento da humanidade, as doenças infecciosas sempre foram empecilhos à vida humana, principalmente as causadas pelo sexo inseguro, como a sífilis. Nessa perspectiva, a atual juventude brasileira passou a se contaminar de forma exarcebada com infecções sexualmente transmissíveis, visto que no país não há uma educação sexual eficiente no ensino básico, além de inexistentes políticas governamentais de conscientização dos jovens a respeito do sexo. Logo, faz-se necessário o debate acerca do aumento de doenças sexualmente trasmissíveis entre os jovens do país.

Em primeiro lugar, segundo o pensamento de Nelson Mandela, político sul-africano, a educação é a principal percursora de mudanças sociais. Sob tal óptica, a precariedade da educação sexual no Brasil colabora para o crescimento de DST’S entre os jovens, dado que esses não recebem o conhecimento necessário para a mudança social, que nesse caso seria a prática do sexo seguro. Consequentemente, essas infecções tendem a não serem reduzidas na juventude, posto que sem o ensino necessário, os adolescentes continuarão a realizar práticas sexuais inseguras.

Por outra óptica, no Brasil existem precárias políticas públicas de conscientização dos jovens a respeito das infecções sexuais, como a gonorreia. Isso se deve ao fato, que se houvesse tais sensibilizações, os jovens se preveniriam, e praticariam o sexo de forma segura, uma vez que saberiam os danos que certas DST’S podem causar ao corpo humano, como o vírus do papiloma humano, que causa verrugas nos órgãos genitais masculinos e femininos. Por conseguinte, as precárias ações governamentais, do estado brasileiro, para incentivar os jovens ao sexo seguro, tende a prevalecer o aumento de infecções sexuais, pois os jovens não são conscientizados.

Portanto, é necessário coibir o aumento de jovens infectados por DST’S no Brasil, e para isso, o Ministério da Educação deve implementar no ensino básico brasileiro a educação sexual, porque assim, os jovens receberão o conhecimento à respeito das infecções sexuais e aprenderão a praticar o sexo de forma segura. Além disso, a Secretária Especial de Comunicação Social deve investir em publicidades, nas mídias sociais, que sensibilize os jovens a respeito das doenças sexuais. Certamente, se tais ações forem tomadas, as Infecções Sexualmente Transmissíveis serão diminuídas na juventude brasileira.