O aumento de DSTs entre jovens brasileiros

Enviada em 25/09/2020

A mitologia grega foi umas das primeiras menções da história sobre sexo seguro, como no mito, a esposa de Minos, filho de Zeus, colocou uma bexiga de cabra em seu orgão sexual, para não contrair doenças, como as amantes dele, e assim com o desenvolver dos séculos as formas de prevenção foram se remodelando para meios mais seguros. As Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs) são transmitidas através do contato sexual sem qualquer forma de prevenção, ocasionando HIV, aids, gonorreia, clamídia, herpes, etc. E com o decorrer dos anos houve um aumento significativo de DSTs nas pesquisas brasileiras.

Em São Paulo, as ocorrências de sífilis por transmissão sexual cresceram 603% em seis anos. O salto foi de 2 694 em 2007, para 18 951 em 2013, segundo dados da Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo.  Após alguma relação sexual sem prevenção, mesmo com que a pessoa não tenha sintomas de qualquer DST, o certo é fazer o teste para descobrir, todavia, sexo seguro deve ser a prioridade na vida dos jovens.

Uma pesquisa do Ministério da Saúde com 12 mil pessoas revelou que 94% dos brasileiros sabem que a camisinha é a melhor forma de evitar DSTs, mas quase metade dos entrevistados não usou preservativo nas relações sexuais casuais no último ano, alerta o Jornal hoje. Apesar de que diversos jovens acreditam que a camisinha seja só para prevenir uma futura gravidez, mas não são informados de que esse preservativo assegura muito mais do que isso, pois pode prevenir a doenças.

Na contemporaneidade há um aumento significativo no Brasil de DSTs, evidentemente há uma certa desinformação no jovem, as escolas deveriam ter mais programas de aprendizado para os adolescentes terem conhecimento sobre educação sexual; assim como, o Ministério da Saúde investir em propagandas para informar o jovem brasileiro e também garantir a proteção e investir em medicamentos gratuitos para combater esse problema.