O aumento de DSTs entre jovens brasileiros
Enviada em 25/09/2020
No filme Clube de Compras Dallas, é abordado um tema social muito recorrente nos dias atuais, o HIV. Nele são mostradas as dificuldades de pessoas, nos anos 80 com a doença, de enfrentarem os preconceitos e de adquirirem tratamentos adequados. Atualmente, no Brasil, o aumento no percentual de jovens infectados por doenças sexualmente transmissíveis vem sendo um grande problema.
Primeiramente, a situação torna-se um impasse pelo preconceito transparecido pela sociedade e até mesmo pelos familiares da pessoa acometida pelo patógeno. Além disso, segundo o artigo 196, da Constituição Federal do Brasil de 1988, “saúde é um direito de todos e um dever do Estado”, ou seja, se o percentual de infectado manteve-se ou aumentar, o Sistema Único de Saúde entrará em colapso e não haverá medicamentos para todos.
Segundo a matéria de 2013 divulgada pelo Pcap, 43,1% dos jovens não se protegeu durante o sexo casual e seis em cada dez jovens entre 15 e 24 anos fez sexo sem preservativo no último ano. Portanto, o não uso de preservativos é um grande dilema, desde que há uma maior preocupação por parte dos indivíduos de conceberem um filho e uma menor por serem infectados por DSTs (Doenças Sexualmente Transmissíveis).
Em suma, para que a questão seja resolvida, o ideal é que o Ministério da Saúde em associação com canais de comunicação promovam propagandas que incentivem o uso de camisinha, com o intuito de conscientizar o público a se proteger, o que ajudaria a minimizar o número de transmissão de doenças. Além disso, O Ministério da Educação deve anexar em disciplinas como a Biologia, uma orientação mais abrangente sobre o assunto. Como dizia Immanuel Kant, “O homem é aquilo que a educação faz dele”. Enfim, a chave para o impasse é educar nossos jovens enquanto há tempo.