O aumento de DSTs entre jovens brasileiros
Enviada em 25/09/2020
Segundo uma pesquisa feita pela (SES), as ocorrências de sífilis por transmissão sexual aumentaram 603%. No momento atual, o percentual de DST entre os jovens tem aumentado muito no Brasil. Nota-se que tal cenário é maléfico para a saúde da população, que pratica o sexo de forma não segura e, que muitas vezes desconhece os riscos das DST’s.
De acordo com uma primeira análise, vale considerar que nas décadas de 50 e 60, as ocorrências de DST’s eram reduzido devido ao cuidado da população por medo da contração da AIDS. Mas ao passar dos anos, conforme a progressão dos avanços de combate ao vírus da AIDS (HIV), grande parte dos jovens com vida sexual ativa se descuidou ao deixar de usar preservativos. Esta falta de uso de preservativos, se dá pela falta de dialogo, que não previne contra DST’s, tendo em vista que o maior medo entre os jovens é a gravidez ao invés de uma DST’s sem cura.
Além de que, cabe salientar que um dos fatores contribuintes para esta problemática é a configuração do sexo como tabu entre famílias e escolas. É de caráter evidente, que eventualmente há uma negligência familiar devido a falta de conversação sobre a vida sexual dos jovens. Por certo, este descaso acarreta falta de conhecimentos vagos de responsabilidade, para os jovens que iniciam sua vida sexualmente ativa. Logo, pode-se agravar a probabilidade do sexo sem preservativo e a transmissão das DST’s.
Nessa ocasião, é notável que as doenças sexualmente transmissíveis afetam negativamente a saúde dos jovens brasileiros, o que reafirma a necessidade de uma reversão dos casos. Sendo assim, cabe ao Ministério da Educação disseminar o conhecimento dos riscos das DST’s e formas de prevenção, por intermédio da promoção de debates nas escolas sobre “educação sexual”, juntamente à família, com a finalidade de informar como fazer sexo seguro e evitar as DST’s. Portanto, não se pode minimizar a importância da inserção do governo e da família na orientação sexual dos jovens.