O aumento de DSTs entre jovens brasileiros
Enviada em 26/09/2020
Desde as explosões de casos de Aids e outras DSTs nos anos 70 e 80 muito se é comentado e debatido sobre tais doenças e infecções, como podem ser contraídas e tratadas. Mas e no Brasil, como está o quadro atualmente?
Hoje, nossa pátria amada, conta com mais de 866 mil pessoas vivendo com o HIV no Brasil (de acordo com o Boletim Epidemiológico de HIV e Aids divulgado no final do ano passado), porém, no sentido contrário do cenário mundial, o Brasil, ao invés de diminuir o número de novos casos, tem presenciado um aumento, tanto de HIV quanto de outras DSTs e ISTs.
Essas doenças tem se propagado principalmente entre os jovens brasileiros que, aparentemente perderam o medo de contraí-las, e desse modo, deixam de usar camisinha. Por que já não há mais o medo de contrair DSTs?
Provavelmente devido a baixa de casos nos anos anteriores houve uma falsa sensação de que os vírus e bactérias haviam sido erradicados, junto a esse sentimento, a preferência no uso de anticoncepcionais que apenas impeçam o desenvolvimento de uma gravidez ajudaram na propagação das doenças sexualmente transmissíveis, outro fator muito importante a ser observado no comportamento de alguns micro-organismos é seu tempo de encubação: tempo em que ficam inativos, mas transmissíveis no organismo de um indivíduo.
O melhor modo de evitar que casos de VIH/SIDA, papiloma, clamídia, gonorreia, hepatite B, sífilis, herpes genital, tricomoníase, entre outros, continuem a subir no país é não ‘‘amolecer’’ nas conscientizações e campanhas sobre essas doenças, mostrar a população que não só a AIDS pode ser letal, e a educação sexual nas escolas são costumes que levarão a incríveis quedas em casos do tipo.