O aumento de DSTs entre jovens brasileiros

Enviada em 04/10/2020

Desde a antiguidade, as Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST) vêm acometendo a população, e apesar de todos os equipamentos, avanços tecnológicos e científicos, ainda é predominante a presença deste entre indivíduos de ambos os sexos, maiormente entre os jovens. São numerosos fatores que determinam esta situação, como: rotatividade de parceiros, falta de orientação durante o ato sexual em relação a si e aos outros e a ausência de dados e meios de prevenção contra as DSTS.

A exclusão social e o preconceito sofridos pelas pessoas que sofrem do vírus ainda são um grande obstáculo. Testes e tratamentos apesar de serem disponíveis, muitas pessoas continuam sem acesso a eles por conta do medo, estigma e  o maior obstáculo deles, o preconceito. O jornalista e escritor Paiva Netto em seu artigo ‘‘Aids e Direitos Humanos’’ afirma ‘‘O vírus do preconceito agride mais que a doença’’ quando na verdade, quem vive com o vírus pode trabalhar, namorar, e tudo o que quiser assim como qualquer outra pessoa, só não pode conviver com o preconceito, que muitas vezes faz a pessoa abandonar o tratamento médico.

A ausência de campanhas nacionais de prevenção e informação direcionadas às populações de risco e o preconceito velado ao tratar publicamente de sexualidade o aumento de casos, segundo dados da ONU, o número de novos casos de pessoas infectadas por HIV no Brasil aumentou 11% e o índice de mortes no país atribuídas à Aids subiu 7%, entre 2005 e 2013.

Portanto medidas são necessárias para resolver o impasse, o Ministério da saúde, setor responsável pela administração e manutenção da saúde pública do país, juntamente com os meios de comunicação, promovam palestras e assim atingindo o público alvo, trazer informações, divulgar mais em sites, comerciais na televisão, criar anúncios para as redes sociais com mais detalhes de prevenção e conscientização, contudo, espera-se promover uma melhora em tal cenário.