O aumento de DSTs entre jovens brasileiros

Enviada em 08/10/2020

DST é a sigla para doenças sexualmente transmissíveis, atualmente conhecidas como IST (infecções sexualmente transmissíveis) por abranger também os infectados assintomáticos. Algumas das que possuem mais casos no Brasil são aids e sífilis. O público mais afetado é o jovem. 43,4% dos entrevistados na PCAP 2015 entre 15 e 24 anos não se protegem durante o sexo casual. Desta forma podemos perceber porque são os mais afetados por essas infecções. É preciso encontrar novas formas de conscientizá-los sobre o perigo das DSTs.

O número dessas infecções tem aumentado muito nos últimos anos. Uma das ISTs mais comuns é a aids, seu primeiro diagnóstico no Brasil foi em 1982, em 6 anos já acumulava 4.535 casos da doença no país, segundo dados do Ministério da Saúde, contudo, apesar da nação brasileira ter cumprido seu papel de informar a população com campanhas e oferecendo acesso a serviço de saúde pública, em 2016, houve 48 mil novos casos de aids no Brasil, em que a maioria dos infectados eram jovens entre 20 e 29 anos, de acordo com registros da Secretaria da Saúde. Isso mostra que mesmo após décadas do primeiro caso ainda se mantém a epidemia da aids, principalmente entre os jovens.

Para diminuir os casos das ISTs no Brasil é preciso conscientizar a população inteira sobre essas doenças e quão mortal elas podem ser se não tratadas. O governo já tem cumprido seu dever ao distribuir mais 200 milhões de preservativos, no primeiro semestre de ambos 2017 e 2018, declarado em nota pública. Não sendo suficiente para barrar essa epidemia, é necessário que haja educação sexual nas escolas, quebrando alguns tabus e dando oportunidade aos jovens de esclarecer suas dúvidas e, consequentemente, a juventude será mais consciente no uso de preservativos nos momentos de relações sexuais, evitando assim a transmissão dessas doenças.