O aumento de DSTs entre jovens brasileiros
Enviada em 08/10/2020
Esperança de uma vida digna dos portadores de DSTs
Com seu auge na década de 60, o Movimento de Contracultura chegou para romper com as culturas de padrões sociais vigentes a partir da liberdade sexual. Todavia, esse processo gerou uma grave problemática que é a cultura de irresponsabilidade no ato sexual. Sob essa percepção, é relevante a discussão sobre a desinformação sobre as doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) e a marginalização das pessoas que as possuem possuem.
Em primeiro plano, um alerta dado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), diz que 1 milhão de pessoas no mundo contraem DSTs por dia, sendo as mais preocupantes devido o grande número de casos: a clamídia, gonorréia, tricomoníase e sífilis. Sob esse viés, apesar de muitos meios comunicativos, tais quais os jornais e sites de Organizações, alertarem diversas vezes sobre tais problemas, essas informações não chegam aos principais alvos que são os jovens. Ademais, pouco se vê comentários sobre em telejornais e redes sociais, que é o principal veículo informativo que também é aberto às discussões. Com isso, é visto a necessidade de solução desta questão para uma melhor saúde da população.
Em segundo plano, diversas vezes são noticiadas em telejornais da emissora “Globo” agressões e atos de repúdio à população denominada LGBTQI+. Ademais, há um preconceito da sociedade com as pessoas que possuem DSTs como o HIV e usam a homofobia e a transfobia para oprimir e inviabilizar os doentes. Sendo assim, um pensamento equívoco, já que o tratamento vem evoluindo bastante ao longo dos anos, como achar que portar o vírus é uma sentença de morte é comum. Sob esse viés, essa banalidade deve-se ser combatida para que haja melhores e dignas condições de vida.
Deve-se, portanto, erradicar tais atos que problematizam a sociedade brasileira. Sob essa percepção, espera-se do Estado novas políticas com o fito de destruir essas barreiras construídas por diversas desinformações. Além disso, tem-se esperanças de que novos movimentos e modificações venham somente para o bem, com melhores estruturas e melhor planejamento.