O aumento de DSTs entre jovens brasileiros

Enviada em 08/10/2020

Ao contrário do que muitos acreditam, ainda há o aumento de Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs). Segundo a Organização das Nações Unidas (OMS) são mais de 1 milhão de pessoas infectadas com as DSTs no Brasil e mais de 157 milhões de infectados no planeta, o que causa uma grande preocupação, dados os índices elevados de transmissão.

Isso se dá ao fato do aumento de relações sexuais sem proteção, ou seja, sem o uso de camisinha, o que facilita o contágio. Mesmo o Ministério Público disponibilizando preservativos, tanto masculinos quanto femininos. Muitos jovens entre 15 e 24 anos usam os preservativos quando tem relações sexuais, evitando a contaminação, mas outros preferem aceitar o risco de serem contaminados pelo vírus da AIDS ou do HIV, assim como  outros, como a gonorréia, no casos mais graves, câncer, entre outros.

Outro fator importante é a questão da educação sexual, que é bem discutida atualmente, dado o número de casos de adolescentes grávidas, assim como a iniciação sexual precoce e outros exemplos, o que é muito importante, pois a incidência de casos de transmissão de DSTs é muito alta, já que a maioria dos jovens não tem acesso a educação sexual, seja por parte da família ou pela escola, o que resulta em uma taxa grande de desinformação sobre isso.

Em vista dos fatos mencionadas acima, a educação sexual, tanto da família quanto do Estado, é muito importante, além de uma boa assistência as DSTs, campanhas de prevenção trazendo mais informações para a população, principalmente para os jovens, assim como o acesso a um sistema de saúde de qualidade, com todos os recursos disponíveis para um tratamento e uma possível cura, através de medicamentos e vacinas, como a vacina do HPV. Vale destacar o combate a discriminação e preconceito contra os portadores dessas doenças. Somente com essas medidas é possível diminuir esses índices, e consequentemente, a diminuição da transmissão dessas doenças.