O aumento de DSTs entre jovens brasileiros

Enviada em 11/11/2020

Segundo a UNAids, somente em 2016 foram registrados cerca de 48 mil novos casos de AIDS no Brasil. Esse dado demonstra que o número de pessoas com DSTs vem crescente no território brasileiro, principalmente entre os jovens, que banalizam as doenças sexualmente transmissíveis. Desse modo, o problema deriva de impasses que impedem a resolução, como a lacuna educacional e a falta de interesse dos jovens mediante ao assunto.

Primeiramente, é importante ressaltar que a falta de uma educação eficiente é responsável pela problemática em questão. Consoante Aristóteles, o desenvolvimento de virtudes ocorre por meio de um ensino competente. Sob essa perspectiva, o sistema educacional brasileiro é deficitário, visto que não ensinam os jovens acerca da educação sexual, na qual reflete na falta de informação sobre o assunto. Ademais, as escolas não pontuam a importância do preservativo nas relações sexuais, negligenciando a situação proposta.

Vale também ressaltar o desinteresse dos jovens no que tange à temática. Com o advento da Terceira Revolução Industrial, nota-se jovens rodeados de tecnologia, porém, despreparados para usa-la de maneira eficiente. Os grandes meios de comunicação estão dotados de informações, entretanto, os jovens não pesquisam sobre problemas da contemporaneidade como DSTs, pois, a questão em pauta é banalizada, e é considerada como tabu, não sendo o assunto das conversas entre adolescentes.

Depreende-se, portanto, que o aumento de DSTs entre jovens brasileiros é um tema pertinente e necessita de atenção. O Ministério da Educação, deve propor rodas de conversa sobre o assunto nas escolas, introduzindo a educação sexual aos jovens e adolescentes, a divulgação do projeto deve ser produzida por meio da mídia e redes sociais, através de posts informacionais didáticos, com a finalidade de que os jovens se interessem pelo assunto. Assim, diminuirá o número de jovens que contraem DSTs.