O aumento de DSTs entre jovens brasileiros
Enviada em 13/11/2020
“É um pequeno passo para o homem, um salto gigantesco para a humanidade.” Pronunciou o astronauta americano Neil Armstrong ao pisar na Lua. Entretanto, cinquenta anos após tamanha conquista da chegada do homem à Lua, o ser humano não conseguiu replicar tal efeito no que se refere no combate das DST’s no Brasil. Isso ocorre devido não só a supressão de educação sexual e acesso à saúde, mas, também, pela banalização das doenças sexuais e do uso do preservativo.
Deve-se pontuar, de início, que o Brasil é, infelizmente, estratificado e desigual. De acordo com o site informativo UOL, em 2019, cerca de 70% dos jovens infectados com doenças sexualmente transmissíveis são periféricos e de baixa acessibilidade à educação e saúde sexual. Logo, constata-se, que por não possuírem conhecimento sobre prevenções, sintomas e tratamentos, implicam na intensificação de casos.
Além disso, vale ressaltar que o aumento significativo das IST’s, ocorre também, pela banalização das doenças sexuais e do uso do preservativo. Contudo, é evidente, que com o passar dos anos as indústrias do látex vem se aperfeiçoando cada vez mais, para melhorar proteção e segurança dos usuários. Mas, segundo pesquisas realizadas pelo site mais saúde, em 2018, 87% dos jovens que foram infectados, não fizeram o uso da camisinha.
Portanto, urge a necessidade de solução para o alto índice de joens com DST’s no país. Cabe, então, Ministério da saúde, em parceria com a Organização Mundial da Saúde, promoverem programas que com palestras, aulas e simpósios, que visem a educação sexual para pais e alunos, de acordo com cada série e idade. Ademais, desenvolverem projetos por meio das redes de comunicação, reuniões, para jovens e adultos de bairros carentes possam ter também, ter acesso á orientações sobre proteção, prevenção e tratamentos. Para que dessa forma, os jovens possam ter maiores precauções e melhor qualidade de saúde sexual.