O aumento de DSTs entre jovens brasileiros
Enviada em 24/11/2020
As doenças sexualmente transmissíveis (DSTs), ou também chamadas infecções sexual transmissíveis (ISTs), sempre existiram e afetam pessoas de todo o mundo e todas as classes. Com a inveção de métodos de prevenção como o preservativo, o esperado era que o número de casos diminuíssem. Entretanto, é possível observar um aumento de ocorrências de DSTs entre jovens brasileiros. Isso ocorre não apenas devido a falta de educação sexual nas escolas, mas também pelo não uso da camisinha.
Em primeira análise, é válido citar a importância da educaçao na vida de um jovem, inclusive a sexual. Infelizmente tal assunto ainda é tratado como um tabu na sociedade brasileira, isso pode ser notado ao se analisar dados de uma pesquisa feita pelo Datafolha que revela que mais de 40% dos participantes do estudo são contra a educação sexual nas escolas. Esse cenário deve ser mudado, uma vez que transmitindo a informação correta para os jovens acerca desse tema eles saberão a maneira adequada de se previnir contra as DSTs.
Somado a isso, outra problemática é a falta de uso da camisinha entre essa parcela da população. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS) o progresso da medicina nos tratamentos dessas doenças fazem os jovens pensarem que não há necessidade de prevenção. No entanto,as DSTs trazem diversas consequências negativas para a saúde como por exemplo, infertilidade, natimortos e aumento no risco de HIV. Além disso, os microorganismos se tornam cada vez mais resistentes aos tratamentos, isso pode ser visto no caso de uma “super gonorreia” registrada no Reino Unido e na Austrália. Desse modo, prevenir continua sendo o melhor remédio.
Portanto, é necessário que o Ministério da Educação garanta o acesso a informação e educação sexual, por meio do ensino nas escolas, em aulas ou palestras, para que os jovens saibam a maneira mais correta e segura de se prevenir, além de aprenderem sobre a importância do uso do preservativo.