O aumento de DSTs entre jovens brasileiros

Enviada em 29/11/2020

A Revolução Técnico-Científica do sexulo XX, revolucionou os meios mais laboriosos das maquinarias — sejam elas pesadas ou leves —, refinou a qualidade do produto e da produção, dentre elas, pode ser citada a manufatura de preservativos sexualmente, como a camisinha. Entretanto, ao se observar os crescentes casos de indivíduos que são infectados sexualmente, nota-se um desprezo e desconsideração ao uso de preventivos hoje, acessível à maioria da população. Dessa forma, entende-se que a falta de conscientização por parte da família em aconselhar, bem como a negligência estatal em lidar com tal situação prejudicial as vidas dos jovens, apresentam-se como entraves para a construção segura da vivência sexual dos jovens no Brasil.

Em uma primeira análise, é válido destacar o descaso da família em orientar o indivíduo frente ao aumento descomunal na sociedade. Segundo o portal de notícias UOL, somente 24,6% de jovens entre 15 e 24 anos realizaram o teste de HIV, vírus causador da AIDS, com isso, percebe-se a despreocupação dos cidadãos em lidar de maneira mais pretensioso as doenças sexuais que atualmente, agride progressivamente parte da população mundial. Desse modo, é improrrogável a atuação da família em reuniões familiares, orientar aos jovens sobre a importância do uso de preservativos nas relações sexuais.

Em uma segunda análise, é imperativo pontuar a necessidade do Estado em articular mecanismos para abranger a distribuição de preservativos no corpo social. Dessa modo, a condição de inatividade do Estado, fere o direito à saúde, promulgada na Constituição Federal de 1988, pois a não garantia do bem-estar físico e mental é danosa a indivíduo. Nesse sentido, transfigura-se incabível que, em um país com altas taxas de impostos cobrados, o Estado não possa assegurar tal direito indispensável ao cidadão.

Portanto, para que o número de jovens brasileiros que são acometidos por DSTs (doenças sexualmente transmissíveis) decresçam, cabe ao Governo Federal, na sua forma de Ministério da Saúde e Educação, promover campanhas de distribuições de preservativos aos jovens, em especial as camisinhas, em Escolas e centros hospitalares, com o intuito de que promova uma maior hospitalidade acerca do assunto e que, os indivíduos atuem de maneira mais atenciosa nas relações sexuais e utilizem preventivos. Com isso, espera-se dar um passo adiante a construção de país com adolescentes mais cuidadosos, posto este que desfruta de maior rigidez e maleabilidade das camisinhas nos vínculos, meio provido da tecnologia da Revolução Tecnológica.