O aumento de DSTs entre jovens brasileiros
Enviada em 08/12/2020
A princípio, Segundo dados do Ministério da Saúde, em 2018 foram registrados 158.051 casos de sífilis, sendo 62.599 em gestantes. A taxa de detecção da doença adquirida por 100 mil habitantes passou de 25, em 2014, para 75,8 em 2018. Tendo em vista a comprovação dessas fatos, o Ministério da Saúde adverte o descarte do uso do preservativo, pois, a propagação das ISTs está cada vez maior. Porém, a irresponsabilidade dos jovens é tamanha, de modo que ignoram como recomendação dada pelo Ministério da Saúde, por consequência, acabam contraindo e transmitindo ISTs, tendo que ser submetido a tratamentos especiais com profissionais da saúde com urgência. Ademais, o governo deve zelar pela saúde e bem estar da população e extinguir com uma irradiação dessas ISTs. Em segunda análise, vale ressaltar que a maioria dos infectados pelas ISTs são assintomáticos, ou seja, não apresentam sintomas. Por isso, grande parte dos infectados não procuram atendimento médico e se descuidam nessa questão problemática. Além disso, o medo e o preconceito de contrair IST é muito grande, por viver em uma sociedade discriminatória, e acaba se transformando um dos motivos para o indivíduo ter o receio de ir ao médico. Consequentemente, o descuido hospitalar agrava a transmissão das ISTs entre a maioria dos jovens. Portanto, visto o aumento das ISTs entre os jovens, o governo deve implementar medidas eficazes para essa problemática. O governo junto ao Ministério da Saúde deve criar métodos de entretenimento e informacional entre os jovens, intensificando e quebrando o tabu nas escolas sobre sexo seguro, por meio de palestras e projetos que chamem atenção dos jovens sobre ter responsabilidade e usar preservativos, com o intuito de minimizar o agravamento de ISTs entre os jovens. O governo deve, também, disponibilizar conteúdos que conscientizem a população sobre fazer exames de rotineiros, por meio de novelas, mídias sociais e propagandas comerciais, com o intuito de libertar a população do medo e preconceito da sociedade. Por fim, assegurar a saúde e a dignidade da maioria.