O aumento de DSTs entre jovens brasileiros
Enviada em 09/02/2021
Em meados do século XVII o médico anatomista Gabriele Fallopio, ensinava os homens a se protegerem contra sífilis, que fo idoença sexualmente transmissível recorrente na época, usando saco de linho entorno do pênis durante as relações sexuais. Na contemporaneidade, ainda observa-se um aumento exponencial da sífilis e de outras DSTs entre os jovens brasileiros, mesmo com uma grande variedade de preservativos a disposição de toda população. Nessa édige, é fato que isso ocorre por falta de conscientização e por causa da ausência de educação sexual nas escolas e como consequência disso muitos são acomentidos a doenças sexualmente transmissíveis e ao estigma da sociedade.
Vale ressaltar, a príncipio a banalização com que a população mais jovem tem feito diante dos males das DSTs, muitos por que creem que essas doenças têm cura ou por confiarem em seus parceiros, e com isso a maior parte não se protege. Prova disso, foram os dados públicados pela revista Uol, que afirmam que 60% dos jovens em 2017, fizeram sexo sem preservativo. Ademais, esse número alarmante se deve ao fato de haver uma grande propagação do sexo nos filmes, séries, novelas e nas redes sociais e pouca conscientização sobre as consequências. Além disso, existe na sociedade brasileira uma estigmatização da educação sexual nas escolas, por motivos culturais e socias, e por falta de conhecimento muitos desses jovens que são novatos na vida sexual, tem sido contamidos a aids, clamídia, gonorreia, sífilis entre outras doenças sexualmente transmissíveis.
Por conseguinte, muitos jovens perdem sua saúde de forma precose e ficam limitados e com graves sequelas, além de sofrem o preconceito da sociedade. Outrossim, grande parte das DSTs deixam danos para vida inteira, a sifílis por exemplo, que até os dias atuais acometem milhares de pessoas, pode comprometer orgãos como o cérebro, podendo levar a quadros neurológicos ou psquiátricos graves como cegeira e demência, além de causa óbito fetal e abortamento, quando adquirida durante a gravidez e se o bebe não morrer durante a gestação, ele nasce com sequelas. Ainda, vele mencionar o preconceito sofrido por pessoas que são portadores de infermidades transmitidas durante o ato sexual, muitas são excluídas e julgadas e como consequência se tornam inseguras e até depressivas.
Destarte, é fato que medidas precisam se engedradas para que haja reversão desse quadro. Então, é mister que Ministério da Educação, em consonâncias com as escolas e as famílias incluam na grade curricular - juntamente com as matérias de biologia e sociólogia- a educação sexual para crianças desde o ensino fundamental, esse assunto deverá ser transmitidos atráves de sexólogos e psicólogos que deveram ensinar sobre proteção e prevenção contra as DSTs, as suas causas e consequências, com o fito de tornar a nova geração mais esclarecida e diminuir o número de contaminados gradativamente.