O aumento de DSTs entre jovens brasileiros
Enviada em 09/03/2021
Na série “Elite”, a personagem Marina revela na trama que é soro positivo, mas que é indetectável por isso o vírus não é transmissível. Do mesmo modo, no cenário atual, o mesmo acontece no Brasil, quando nota-se O aumento de DSTs entre jovens brasileiros, em que muitos indivíduos ainda muito novos são diagnosticados por não terem se protegido na hora do ato sexual. Diante dessa perspectiva, percebe-se a consolidação de um grave problema, em virtude da falta de conhecimento sobre às doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) e da banalização do assunto entre a sociedade.
Em primeiro plano, vale salientar que a insuficiência de informação acerca de DSTs é um forte empecilho para a resolução do problema. Nesse sentindo, o filósofo Schopenhauer defende que os limites do campo de visão de uma pessoa determinam o seu entendimento a respeito do mundo. Isso justifica outra causa do problema: se as pessoas não têm acesso à informação séria sobre às doenças sexualmente transmissíveis, sua visão será limitada. Desse modo, há uma lacuna muito grande de aulas de educação sexual nas escolas brasileiras, para os jovens entenderem mais sobre esse assunto, e evitarem as contaminações, conhecerem métodos de prevenção e cuidados na hora do sexo, muitas das vezes os jovens saem do ensino médio sem saberem disso, o que infelizmente é evidente.
Ademais, cabe ressaltar a banalização do tema entre a sociedade como impulsionador para que o problema continue a perdurar. De acordo com o site correiobraziliense.com.br, os especialistas alertam para o aumento de jovens infectados com DSTs, como Aids, sífilis e úlcera genital e a banalização dos males e pouco uso da camisinha fazem com o que o cenário seja preocupante. Diante disso, observa-se que mesmo que o problema seja um assunto decorrente, atual na sociedade brasileira e em crescimento no número de pessoas infectadas, a temática ainda é banalizado, pois, os pais, as escolas e as redes sociais têm um papel muito importante, de proporcionar conversas acerca desse tema, porém eles não tratam o tema com tamanha urgência necessária, o que dificulta a erradicação do problema.
Portanto, indubitavelmente, medidas têm que ser tomadas para conter o avanço dessa problemática. Para isso, o Ministério da Saúde, juntamente com o Estado, deve não somente criar aulas de educação sexual e propagadas, como também promover rodas de conversas, debates, palestras e acompanhamentos dos jovens sobre a temática, por meio das escolas, das redes sociais e das emissoras de TV, com profissionais da área atuando, com materiais didáticos, com o apoio dos pais das escolas e dos estudantes, a fim de que o índice de DSTs no Brasil venha a cair. Dessa maneira, o Brasil irá superar o problema.