O aumento de DSTs entre jovens brasileiros

Enviada em 31/03/2021

Há décadas, no Brasil, as Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST’s) são consideradas uma problemática que acomete milhares de pessoas todos os anos, sobretudo os jovens que sofrem com as consequências destruidoras dessa mazela. Nesse sentido, vale ressaltar que fatores como a negligência e a irresponsabilidade desses no momento do ato sexual contribuem, e muito, para a ascensão das doenças.

Em primeira análise, observa-se que vivemos numa sociedade onde jovens que apesar de estarem ciente, por meio da internet, de informações sobre os riscos do ato sem preservativos e seus efeitos. Ainda assim, muitos desses insistem em se relacionar sem proteção, isto é, “pele a pele“, por ser mais prazeroso. Desse modo, estão passíveis de contágios por DST’s que podem comprometer severamente a saúde dos envolvidos, como a infecção da AIDS (Síndrome da Imunodeficiência Adquirida).

Além disso, segundo os dados do Ministério da Saúde (MS), em 2016, foram notificados em todo o Brasil mais de 87 mil casos de sífilis, que é uma das principais DST’s, no qual corresponde aproximadamente a 6,5 casos por 100 mil habitantes. Uma das determinantes causas deste aumento é falta de conscientização, pois por algumas doenças não apresentarem sintomas visíveis alguns acabam não usando proteção.

Em síntese, medidas devem ser tomadas para atenuar essa situação delicada no país. Logo, o Poder Público, juntamente com o Ministério da Saúde, deve criar leis que objetivem intensificar as divulgações sobre o assunto a fim de alcançar um maior número de jovens. Ademais, o Mistério da Saúde, por sua vez, deverá promover eventos como palestras educacionais ministradas por especialistas e pessoas que possuem experiências pessoais acerca da pauta, visando a conscientização da sociedade.