O aumento de DSTs entre jovens brasileiros
Enviada em 10/04/2021
Antigamente, as doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) - doenças adquiridas por meio de contatos sexuais e troca de mucos/sangue contaminados - eram conhecidas por “doenças venéreas”, nome que referenciava cultos à deusa Vênus (deusa do amor), no qual era comum a prática de prostituição em seus templos. Em meados de 1880, houve o surgimento dos primeiros preservativos de látex. Porém, passado algumas décadas, os mesmos foram caindo em desuso, principalmente após a descoberta de novos métodos contraceptivos. Por conseguinte, é possível notar o crescimento do decuido - dos jovens em especial - com relações sexuais.
A junção do descuido com a falta de conhecimento básico sobre sexo, tabu social e banalização é alarmante e, tende só em aumentar os casos de DSTs. Por conta de um pequeno relaxamento, os prejuízos são imensos; tais como: dependência química, sequelas físicas/psicológicas, crescimento do preconceito, desencadeamento de outras doenças (cânceres, por exemplo) e morte súbita. À longo prazo, gerará uma sociedade problemática com porcentagens altíssimas de contágio e imensos gastoso públicos na tentativa de conter tais males.
Com palavras de Paulo Freire - educador e pensador brasileiro - “Se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda”. Conclui-se que uma resolução plausível seria o investimento na educação sexual de adolescentes. Podendo ser inserido por meio da sua integração às aulas de Biologia nas grades escolares. Sob outra perspectiva, seria engenhoso utilizar os “influenciadores digitais” a fim de falarem, informalmente, e cativarem o público alvo. Incentivando os mesmos a realizarem exames e aumentando as campanhas destinadas aos jovens.