O aumento de DSTs entre jovens brasileiros

Enviada em 15/05/2021

A Constituição da República Federativa do Brasil de 1988 prevê, em seu artigo 6, à saúde como inerente a todo cidadão brasileiro. No entanto, tal prerrogativa não tem se reverberado na prática, ao se observar as ocorrências sexualmente transmissíveis, o que dificuldade, deste modo, a universalização desse direito tão importante. Nesse sentido, é necessário analisar o quadro fundamental ligado a sociedade e as redes sociais.

Sob esse viés, pode-se apontar como empecilho à consolidação de uma solução, a sociedade. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), cerca de 35,6% de adolescentes de treze e dezessete anos, não usam preservativos em sua primeira relação sexual, o que é arriscado já que as infecções sexualmente transmissíveis são transmitidas principalmente por meio do contato sexual.

Outro ponto relevante, nessa temática, é as redes sociais. Conforme especialistas em saúde sexual, o uso de aplicativo de relacionamento promovendo uma grande onda de doenças sexualmente transmissíveis, por motivos de que essas pessoas têm uma vida sexual mais ativa do que aqueles que não contam com aplicativos. Ainda, há estudos alegando que essas pessoas mesmo não conhecendo o parceiro, não usam nenhum tipo de proteção sexual, o que faz aumentar o índice das infecções sexualmente transmissíveis no Brasil.

Portanto, algo precisa ser feito com urgência para amenizar a questão. Logo, a sociedade deve ser conscientizada através dos especialistas em saúde sexual, por meio de palestras, propagandas em televisão e projetos onde influenciaria as pessoas a usarem preservativos que tem disponível em todas as Unidades Básicas de saúde (UBS). Nesse sentido, o intuito de tal ação é atenuar as infeções sexualmente transmissíveis no Brasil. Somente assim, esse problema será gradativamente erradicado, pois, conforme Gabriel O pensador, “na mudança do presente a gente molda o futuro”.