O aumento de DSTs entre jovens brasileiros
Enviada em 02/06/2021
De acordo com o jornal BBC, no século XXI ocorreu o aparecimento das primeiras Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs). Porém, somente no século XX ocorreu a comprovação – por meio de estudos clínicos- a forma em que essas doenças se espalham entre as pessoas. Ademais, a melhor forma de diminuir o contágio, é por meio do uso de preservativos durante as relações sexuais. Entretanto, estudos comprovados pelo SUS –Sistema Único de Saúde, mostram que nas últimas décadas houve um aumento no número de infectados, principalmente entre os jovens. Sendo assim, é possível constatar que a falta de informações sobre prevenções; e o tabu da sociedade ao tratar-se de tal assunto, coloca em risco a saúde física e mental de milhões de brasileiros.
Em primeiro lugar, vale informar que, aproximadamente 52% das pessoas não utilizam preservativos durante as relações –Dados do G1- e uma a cada 5 pessoas acreditam que existe a cura para à AIDS. Dessa forma, aplica-se o conceito de banalidade do mal da filósofa, Hannah Arendt, consiste em explicar que ações consideradas maléficas são feitas apenas pela ascenção social e a desinfomação dos fatos, que neste caso é o prazer sexual de forma descuidada. Contudo, o Ministério da Saúde diz que 95% das pessoas sabem que a melhor forma de combater as ISTs é por meio do uso de camisinhas. Desta forma, é possível analisar que a ignorância entre os jovens são os maiores causadores do aumento de tais enfermidade.
Por outro lado, de acordo com a revista educação, o ensino da educação sexual nas escolas reduz os casos das infecções sexualmente transmissíveis, gravidez precoce e abuso físico infantil. No entanto, menos de 20% das escolas no Brasil contém tal disciplina de forma contínua – dados do Polítize. Desta forma, é visível que as escolas e os responsáveis legais por crianças e adolescentes, privam-nos de um conhecimento de uma grande importância, por causa de suas crenças religiosas e pelo sendo comum de que isso acometerá o incentivo a práticas sexuais em tais grupos antes da idade prevista.
Em virtude dos fatos, conclui-se que o Ministério da Saúde deve promover eventos, divulgados por meio de campanhas em redes midiáticas e sociais, utilizando os serviços de influências digitais- para alcançar o maior número de pessoas- com a propósito de alertar sobre os benefícios do uso de preservativos; as doenças e consequências da ausência da camisinha. Além disso, o Ministério da Educação deve promover palestras interativas, ou seja, por meio de filmes sobre o assunto e perguntas interativas com ginecologistas e urologistas, para estudantes e seus responsáveis, explicando os malefícios no desempenho físico e mental ocasionado pela ISTs, com o intuito de diminui-la.