O aumento de DSTs entre jovens brasileiros

Enviada em 12/07/2021

A Magna Carta de 1988 garante os direitos à saúde e ao ensino. No entanto, essas jurisprudências são contestadas, uma vez que, na federação, há a problematização do aumento de DSTs entre jovens brasileiros. Inquestionavelmente, essa falha ocorre devido à escassez de palestras, em escolas, voltadas para os preceitos da educação sexual e à insuficiência de regulamentação de leis que visam reduzir os índices de doenças sexualmente transmissíveis no país.

A princípio, deve ser ressaltado que o Estado falha ao não promover palestras em organizações de ensino voltadas para a diminuição das taxas de transmissão de DSTs entre a juventude brasileira. Indubitavelmente, o sistema educacional nacional é necessário, porém ele carece de inúmeras discussões educacionais, outrora importantes para a formação plena do cidadão, entre elas, está a referente a ensinança sexual. Inegavelmente, a falta de debates sobre sexualidade nas escolas resultou na desinformação populacional sobre os benefícios dessa modalidade de conversa que, de conformidade com o veículo de informações G1, tem a função de preparar os jovens para uma vida sexual segura, e consequentemente, diminuir os índices de contaminação de DSTs. Por consequência da falta de investimento em palestras de aprendizagem, o país continuará com altas taxas de contágio por doenças sexualmente transmissíveis, afirmação essa que é exemplificada pelo aumento de casos de infecções em adolescentes, segundo o IPEMED, em 17,9%, no ano de 2018.

Além disso, é de conhecimento público que a exiguidade de regulamentação de leis é um dos empecilhos que causam o aumento de DSTs entre jovens brasileiros. Sob o mesmo ponto de vista, deve ser analisado que, de acordo com o jornal UOL, as leis existentes, como a lei 13.430, referente as doenças e infeções sexualmente transmissíveis, são uma previdência, mas somente com os decretos regulamentares são determinados os detalhes de como uma legislação irá agir. Visto isso, é evidente que os índices de contaminação de enfermidades, como a SIDA, Síndrome de Imunodeficiência Humana Adquirida, continuaram a aumentar devido à pouquidade de estandardização de leis, ocorrência essa que, conforme o UOL, acarretou 41.919 casos de infecções sexuais, no ano de 2019.

Em suma, com a falta de palestras de ensino e a insuficiência de regulamentação de leis, urge que o Ministério da Educação, junto o Ministério da Propaganda, organize palestras mensais, por meio de  anúncios, inseridos em meios de comunicação on-line, que permitirão o diálogo entre os participantes, para politizar a população sobre o aumento de DSTs entre jovens brasileiros. Ademais, promover assembleias públicas para instruir as massas sobre as crescentes taxas de transmissão de infecções sexuais, o que resultará em uma nação informada, com o efeito de criar cidadãos mais conscientes.