O aumento de DSTs entre jovens brasileiros
Enviada em 15/07/2021
Promulgada pela Organização das Nações Unidas, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos os indivíduos os direitos fundamentais à saúde e à educação. Conquanto, o constante crescimento dos índices de jovens infectados por Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs) desenvolve inúmeras adversidades no Brasil, as quais ocorrem não só pela carência de debates sobre educação sexual em instituições de ensino, mas também em razão da falta de conhecimentos acerca da saúde pública. Assim, é necessário entender alguns aspectos que envolvem essa temática de modo a configurar uma resolução para essas problemáticas.
Primeiramente, é imprescindível mencionar que a educação é um dos principais fatores no desenvolvimento de um país. Entretanto, a falta de discussões a respeito dos riscos evidenciados pelas relações sexuais se torna um dos responsáveis pelo aumento da infecção por DSTs na juventude brasileira, pois essa questão influencia em comportamentos inadequados dos adolescentes já que essa parcela da população não recorre ao uso de proteção por não compreender os malefícios que essa atitude pode promover, como o contágio de patologias como a sífilis e o vírus HIV. Dessa forma, é preciso buscar meios de conscientizar essa coletividade com o intuito de mitigar esse óbice.
Ademais, é de suma importância salientar a precariedade de conhecimentos a respeito da saúde pública como um impulsionador desse impasse. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, saúde é o estado de bem-estar físico, mental e social, assim, entende-se que a falta de informações direcionadas aos jovens contribui para o “nascedouro” de diversos obstáculos, tal como a baixa instrução, o que coopera para que os mesmos adotem condutas errôneas ao se relacionarem sexualmente e, consequentemente, caracteriza um dano aos cidadãos por gerar esse empecilho. Logo, é indispensável tomar medidas para que essa situação seja resolvida por meio da solução dessa dificuldade.
A partir das considerações feitas, fica evidente que o aumento dos níveis de DSTs na juventude brasileira é uma realidade, por isso é essencial superar as objeções que esse tema propõe. Portanto, o Ministério da Saúde, como órgão responsável pela administração e promoção de saúde no país, deve criar um projeto que visa realizar propagandas de conscientização nos veículos midiáticos e, ainda, o Ministério da Educação deve integrar eventos referentes a educação sexual e saúde pública na matriz curricular das escolas com a finalidade de advertir os estudantes sobre esse ponto. Essa ação pode ser feita por intermédio de divulgações em redes sociais e, também, mediante às aulas de biologia e sociologia. Assim, será possível assegurar uma melhoria desse aspecto no Brasil.