O aumento de DSTs entre jovens brasileiros

Enviada em 20/07/2021

Antes conhecidas como “doenças venéreas”, as DST’s (Doenças Sexualmente Transmíssiveis) e as IST’s (Infeccções Sexualmente Transmissíveis), são doenças infeccciosas que dissipam-se em sua maior parte através do contágio sexual. O número de casos dessas doenças teve um crescimento desenfreado entre os jovens brasileiros nos últimos anos, o que expõe que apesar dos avanços ciéntificos e campanhas informacionais, ainda não obteve-se sucesso no controle dessas, um reflexo da negligência do governo em campanhas eficientes e até mesmo da famíia.

Em primeiro plano, é uma adversidade (e uma das maiores responsáveis pelo aumento de casos das DST’s e IST’S), a banalização dos efeitos dessas doenças, onde os jovens não preocupam-se com a contaminação desde que existam tratamentos eficazes, resultando no descuido em proteger-se durante relações sexuais. Dessa forma, a transmissão infrene desses males aumenta, refletindo diretamente nos danos físicos ao infecccionados e também no aumento aos gastos públicos, desde que essas pessoas precisarão de acompnhamento médico e medicação, seja curto a longo-prazo.

Vale lembrar que o tabu social acerca de sexo e sexualidade é um grande entrave na conscientização dos indivíduos, onde presente faz-se a falta de dialógo entre as famílias sobre formas de previnir-se e cuidados a serem tomados - a abordagem desses assuntos com os familiares são fatores que podem ser decisivos em como um jovem lidará ao deparar-se com esse problema, fazendo-se necessária uma rede de conscientização e até mesmo suporte familiar, logo que o preconceito que os cidadãos que convivem com essas doenças sofrem, ainda se faz muito presente ao redor do Brasil.

Portanto, para que haja um controle eficaz acerca da disseminação das DST’s e IST’s, é preciso que o Ministério da Saúde promova novas campanhas e em outras ocasiões que não apenas Carnaval - através de uma linguagem coerente ao público voltado - com o fim de informar e conscientizar acerca da prevenção e proteção ao manter relações sexuais, ratificando as consequências da falta de cuidado em tais ocasiões. Além disso, em parceira com o Ministério da Educação, ministrar e incluir na grade curricular aulas de Educação Sexual, desconstruindo o tabu social acerca do sexo e sexualidade, mostrando vias para precaver-se e como procurar por ajuda em casos de infeccção. Dessa forma, garantindo um acesso maior dos jovens à informação, e consequentemente, o controle do crescimento de casos.