O aumento de DSTs entre jovens brasileiros
Enviada em 18/08/2021
As DSTs, Doenças Sexualmente Transmissíveis, podem ser disseminadas através do sexo desprotegido e objetos perfurocortantes compartilhados, manifestando-se através de sintomas imediatos ou tardios. Patologias como HIV, AIDS, sífilis, que não têm cura, infelizmente, vêm se manifestando em diversos jovens, causando entre demais aflições, desgaste emocional, financeiro e uma rotina de numerosos remédios que atenuam os sintomas. Portanto, é imperativo dar a devida notoriedade ao aumento das DSTs entre os jovens brasileiros e seus efeitos condicionados à saúde e condições futuras de vida.
É fato afirmar, que os jovens negligenciaram os dois principais agentes contra as DSTs, o medo e a camisinha. A preocupação deles deixou de ser sobre contrair alguma doença durante o sexo, mas a possibilidade de gerar um filho, e com diversos métodos contraceptivos existentes, deu aos jovens a confiança de que o pior não aconteceria, sendo essa situação muito contraditória, uma vez que, a camisinha é o método mais eficaz contra gravidez e DSTs, tendo um índice com 95% de prevenção, segundo o site “portal FioCruz”.
O que acontece, é que ficou subentendido como perda de tempo, usar camisinha na hora do sexo, e o fato de não terem vivenciado a epidemia de HIV e Aids em 1980 e entender sua seriedade, deixa-os sem medo, e faz com que o número de jovens infectados aumente mais. De acordo com o Boletim Epidemiológico HIV/Aids, dados revelaram aumento de 64,9% das DSTs entre jovens de 15 a 19 anos e de 74,8% para os de 20 a 24 anos, entre 2009 e 2019. Além disso, quem mais sofre são as mulheres, que expostas ao vírus, podem ter bebês prematuros, com problemas de saúde e deficiência física ou mental, aborto espontâneo, esterilidade e alguns tipos de cancêr.
Deste modo, é mister visar medidas que dissolvam o aumento de DSTs entre os jovens brasileiros, para isso, o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação precisa fazer pesquisas em cima das DSTs e aprovar um meio de tratamento, que consiga proporcionar uma cura ou anular os efeitos colaterais do vírus, a fim de possibilitar um futuro melhor e mais qualidade de vida. Paralelamente, o Ministério da Saúde, juntamente ao SUS (Sistema Único de Saúde), devem expor mais informações sobre as DSTs, apresentar os efeitos colaterais e mencionar os tipos de tratamentos realizados para amenizar os sintomas, divulgando essas informações através das Mídias Sociais e palestras nas escolas com médicos especializados no assunto, com o objetivo de conscientizar e alienar a sociedade sobre o vírus. Com isso, será possível controlar o número de pessoas infectadas e oferecer mais informações e qualidade de vida aos presentes e futuros jovens.