O aumento de DSTs entre jovens brasileiros

Enviada em 19/08/2021

Sífilis, aids, gonorreia são algumas doenças sexualmente transmissíveis mais recorrentes. Entre os jovens brasileiros, o aumento de DSTs faz-se presente. A ausência de informações e conhecimento torna-se evidente. Além disso, é notória a escassez de disponibilização de contraceptivos no Estado. Dessa forma, abordar sobre esse tema é indispensável.

Inicialmente, a ausência de conhecimento é um dos problemas para o aumento de DSTs entre os jovens. Antigamente, a abordagem sobre esse assunto era restrito e pouco disseminado. Atualmente, o uso de mídias sociais possibilitou um rápido acesso a informação, porém a falta dessa encontra-se presente, uma vez discutir sobre esse tipo de doença ainda é um “tabu” na sociedade brasileira. Dessa forma, discutir e ampliar esse assunto é essencial.

Outrossim, percebe-se a escassez da disponibilização de contraceptivos nos postos de saúde. Entretanto, isso contradiz a Constituição Brasileira de 1988, em que a manutenção da saúde é dever do Estado e direito de todo o cidadão. Devido a falta de viabilização de contraceptivos, aumento de DSTs evidenciam. Muitos jovens, não tem condições financeiras ou até mesmo acesso a informações sobre métodos para evitar DSTs. Assim, o governo deveria disponibilizar maiores quantidades de contraceptivos.

Em suma, para solucionar o aumento de DSTs entre os jovens, o Ministério da Saúde, órgão responsável pela saúde pública do país, deveria realizar campanhas em mídias sociais em prol da conscientização das doenças sexualmente transmissíveis. Esse órgão deveria produzir “posts” em redes sociais, no Instagram, deveria publicar no portal do governo e em televisões, as quais são mídias sociais de amplo acesso. As campanhas deveriam ser divulgadas a noite, um horário mais acessível a todos. Dessa forma, as campanhas contribuiriam para maior acesso a informação, reduzindo as DSTs em jovens brasileiros.