O aumento de DSTs entre jovens brasileiros

Enviada em 25/08/2021

No livro “Depois daquela viagem”, autobiografia da escritora Valéria piassa, retrata todo o caos, preconceito e fragilidade que uma jovem de 16 anos enfrentou após ser diagnosticada com HIV. À vista disso, no contexto atual essa problemática vivenciada por Valéria, é constante, pois, o número de casos de doenças sexualmente transmissível entre os jovens brasileiro, vem aumentando. Desse modo, a ausência de informação e a banalização das DST’s são as principais fomentadoras desse acrescimento.

Em primeiro plano é válido ressaltar à cerca da desinformação sobre a questão sexual dos jovens que encontram-se no cenário brasileiro, que desencadeia o aumento de doenças sexualmente transmissíveis. Nesse sentido, segundo, o ativista Nelson Mandela “a Educação é a arma mais poderosa para mudar o mundo”, a par disso, sendo um contexto exatamente válido evidenciar nessa questão, a qual mostra a importância do ensino. Conquanto, com a ausência da importante educação sexual no âmbito juvenil, não há informação sobre os perigos eminentes - sífilis, hiv, herpes e etc - de uma relação desprevenida. Desse modo, nota-se como a falta de ensino é crucial para a ocorrência do aumento das dst’s, sendo assim, crucial inserção da educação sexual na realidade dos adolescentes brasileiros.

Em segundo plano, é importante salientar sobre a banalização das doenças sexualmente transmissíveis. Sendo portuno comentar, sobre a elaboração da pílula anticoncepcional, em 1960, datada como uma verdadeira revolução para os hábitos sexuais. Neste seguimento, essa revolução banalizou o uso de métodos preservativos, pois na sociedade juvenil a gravidez aterroriza muito mais do que as doenças que são adquiridas sem proteção. Desse modo, com essa forma de pensamento banal perante a esse problema supracitado venho a eventualidade do crescimento no casos de dst’s, sendo uma mazela, pois, os que adquirem essas enfermidades são afetados não somente fisicamente pelas doenças, mas também psicologicamente, assim como tratado no livro da escritora Valéria.

Entende-se, portanto, que medidas são necessárias ser adotadas para alteração desse quadro. Para tanto, cabe ao Ministério da Educação, precursor do ensino, atribuir a educação sexual no âmbito escolar, por meio de uma matéria específica inserida nas áreas do conhecimento, para que a partir disso os jovens possam adquirir conhecimento do que gera e as causas das dst’s e sua prevenção. Outrossim, a Mídia, objeto de informação, juntamente com o Governo, devem viabilizar a notabilidade do uso de preservativos, por intermédio de campanhas nas redes sociais, assim diminuindo a ocorrência do aumento de doenças sexualmente transmissíveis e sua consequência para com todo.