O aumento de DSTs entre jovens brasileiros
Enviada em 06/10/2021
De acordo com a Constituição Federal de 1988, no Artigo 196, a saúde é direito de todos e dever do Estado preservá-lo. Apesar da saúde e suas tecnologias evoluirem de uma maneira exponencial, a popução brasileira, ou melhor, os jovens ainda padecem e satirizam as Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs).
Primeiramente, é intrínseco a disseminação sobre as Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs), visto que, o tema é altamente evidenciado principalmente em períodos festivos. Ademais, a juventude é o alvo predominante das contaminações, por exemplo, o preservativo virou piada em roda de amigos. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), os indivíduos que negligenciam, sobretudo, os tratamentos para as ISTs, desenvolvem problemas crônicos, como patologias cardiovasculares, neurológicas, gravidez ectópica e risco do vírus da imunodeficiência humana (HIV). Dessa forma, faz-se necessário a propagação de informações, isto é, orientar os jovens sobre os riscos e todos os procedimentos preventivos de DSTs.
Em segundo lugar, é fato o prejuízo econômico de um país que pouco se preocupa com a saúde de sua população. Somado a isso, os impactos se refletem principalmente na qualidade de vida do brasileiro. Logo, o auxílio de políticas públicas de economia, em conjunto com Organizações não Governamentais (ONGs) ligadas a questão sexual podem mitigar o cenário atual.
Portanto, uma interferência faz-se necessária. Para isso, é preciso que o Ministério da Saúde, juntamente com o Ministério da Economia, tenham como objetivo promover campanhas, assim como o incetivo ao uso do preservativo com efeito de amenizar essa grave situação. De modo a direcionar capital para a produção de conteúdo informativo, disseminado pelas principais mídias: televisiva, radiofônica, impressão de panfletos e digital.