O aumento de DSTs entre jovens brasileiros
Enviada em 12/10/2021
A doença sexualmente transmissível (DSTs) não param de crescer entre os jovens brasileiros, conforme são transmitidas, principalmente por contato sexual sem uso da camisinha. No caso da sífilis, da aids e outras principais infecções causadas por vírus preocupam a sociedade, sendo que a baixa motivação do preservativo pelos adolescentes viraram tabu no país, ninguém mais toca no assunto e a falta de uma comunicação efetiva por profissionais capacitados contribuem para esse cenário.
Diante disso, a priori o comportamento sexual dos jovens no desânimo do desuso da camisinha, ainda é um tabu. Conforme a divulgação do site UOL, cerca de 60% entre 15 a 24 anos faz sexo sem proteção, ou seja, seis em cada dez adolescentes que também afirmaram não conversar com ninguém sobre o tema e nem saber sequer colocá-lo. De fato, a baixa comunicação do assunto geram menos preocupações na proteção dando início um tabu, pois ninguém toca no assunto. Ademais, com o pensamento deles de que não será atingido pelo vírus no ato sexual. Logo, isso ocasionam o aumento da transmissão de doença sem o sexo seguro.
No que tange pela mesma razão da transmissão de doenças como a sífilis e a aids, entre outras é a falta de comunicação e no acolhimento dos médicos com a insegurança nos resultados sobre DSTs contribuem para o avanço desse cenário, mesmo que tenham muita informação e conhecimento, mas a pouca efetivada na prevenção. Pois, essa relação entre os pacientes jovens e os doutores não há um contato e troca informativa, isto se dá pela despreocupação relativa de não ser atingido pela doença, conforme o dado da OMS (Organização Mundial da Saúde) mostra o crescimento de um milhão de novos casos por dia no mundo, isto é preocupante.
Contudo, percebe-se pelos dados expostos que os jovens brasileiros e despreocupado pelo sexo seguro gerando assim o aumento significativo das DSTs. Nesse sentido, vale destacar o papel fundamental do governo (como as autoridades sanitárias) invista em campanhas sociais, através de programas para os médicos com palestras educativas para os adolescentes. Afinal, para que todos se conscientizem a fim de diminuir os números cada vez maiores das doenças transmissíveis (sífilis e a aids).