O aumento de DSTs entre jovens brasileiros

Enviada em 12/11/2021

Segundo Immanuel Kant, “O ser humano é aquilo que a educação faz dele”. De maneira análoga a isso, podemos dizer que o aumento de DSTs entre jovens brasileiros é consequência da falta de acesso de informação à respeito das doenças sexualmente transmissiveís, tendo como exemplo Aids, sífilis e úlcera genital. Nesse prisma, destacam-se dois aspectos importantes: o deprovimento de conhecimento e de apoio que os acarretam.

Em primeira análise, evidencia-se a falta de conhecimento e educação que cercam os jovens a respeito das DSTs, por normalmente não possuírem acesso aos meios de informação ou não procurarem sobre o assunto, sendo ele ainda um tabu dentro da nossa sociedade. Sob essa ótica, podemos destacar que somente em 2016, foram 48 mil novos casos, tendo tendência a aumentar durante os anos. Esses números poderiam ser bem menores se a população, principalmente os mais jovens, se prevenisse como deveria.

Além disso, é notório que, por muitas vezes, doenças sexualmente transmissíveis não seja um assunto conversado entre pais e filhos. Desse modo, podemos nos referir a uma das falas de Pitágoras, “eduquem as crianças e não será necessário castigar os homens”. Consoante a isso, é de extrema importância ensina-los enquanto ainda são crianças, para que cresçam tendo conhecimento prévio e se tornem adultos com informação.

Depreende-se, portanto, a adoção de medidas que amenizem o aumento de casos de DSTs entre jovens brasileiros. Dessa maneira, cabe ao governo federal, por meio do ministério da educação, levar conhecimento as escolas onde é possível alcançar o maior número de pessoas que costumam ser atingidas. Sendo necessário, também, a fim de combater o aumento no número de infectados, distribuir mais preservativos nos postos de saúde e possivelmente nas escolas. Não como meio de incentivo, mas sim como uma forma de prevenção. Somente assim, educando a população alvo, poderemos diminuir os casos de DSTs.