O aumento de DSTs entre jovens brasileiros
Enviada em 01/10/2022
No filme “Simplesmente Acontece”, a falta de instruções sobre o uso de um preservativo masculino ocasiona uma gravidez indesejada. Do mesmo evento, porém, poderia ter surgido uma doença sexualidade transmissível. Em cenário brasileiro, a falta de educação sexual nas escolas e a pouca discussão com os pais sobre o assunto torna real histórias como a da ficção.
Primeiramente, o sistema educacional brasileiro ainda é superficial no combate à desinformação dos adolescentes sobre as relações sexuais. Ultimamente, a abordagem que mostra os métodos contraceptivos sem falar sobre responsabilidade afetiva tem gerado maus resultados. Para exemplificar, segundo o G1, num intervalo de 10 anos houve uma queda no uso de preservativos, enquanto o percentual de jovens se relacionando aumentou. Tal efeito poderia ser minimizado se houvesse incentivo da escola para que os alunos conversassem com seus parceiros sobre os prós e contras de suas ações.
Além disso, ainda é considerado pela sociedade assunto inadequado o sexo. Em razão disso, foi registrado em uma pesquisa universitária da Paraíba que 77% dos adolescentes não conversam com seus pais sobre a questão. Esses jovens, seja pelo medo da repreensão, seja pelo desinteresse de seus responsáveis, ficam sem informações importantes.
Portanto, o Ministério da Saúde associado ao Ministério da Educação deve intervir. Para conferir aos estudantes de escolas públicas e particulares, de acordo com a sua faixa etária, consciência acerca dos cuidados ideias para com o próprio corpo e o corpo do outro, precisa-se de palestras com psicólogo e ginecologista. Também seria de grande impacto levar informação de cunho físico e emocional por intermédio das redes sociais desses Ministérios. Assim, as próximas gerações teriam cada vez menos DST’s.