O aumento de incêndios nas matas brasileiras
Enviada em 28/08/2019
A conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente, realizada em 1992 no Rio de Janeiro, criou uma declaração que garante o desenvolvimento sustentável dos países. Conquanto, no atual Brasil, há um aumento de incêndios nas matas, principalmente nas áreas de conservação. Outrossim, a negligência governamental e a falta de consciência populacional intensificam a problemática.
Primordialmente, é notável que a extensão do agronegócio, e a falta de fiscalização estatal, são fatores cruciais para que essa realidade perpetue. De acordo com o INPE, Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, as queimadas ocorridas na Amazônia em 2019 aumentaram em 82% em relação ao ano anterior, e o presidente Jair Bolsonaro, nega a veracidade dos fatos. Logo, há uma intensa negligência governamental com o meio ambiente no Brasil.
Além disso, a falta de consciência populacional atua como um catalisador de incêndios, isto é, as pessoas não conhecem a grandeza do problema, e por isso, não se importam em jogar bitucas de cigarro, onde o fogo pode se alastrar, por exemplo. Analogamente, a degradação ambiental torna-se inevitável diante desse cenário. Conforme Jean Paul Sartre, filósofo existencialista, é possível dizer que o homem deve se responsabilizar por isso, haja vista que “O homem está condenado a ser livre”.
Infere-se, portanto, que a ONU, Organização das Nações Unidas, por meio de ministérios ambientais no Brasil, deve fiscalizar a efetivação da Declaração de 1992. Ademais, com o apoio do MEC, precisa realizar campanhas midiáticas e escolares que expliquem as consequências das queimadas, para que haja conscientização. Assim, alcançar-se-á um Brasil Sartriano.