O aumento de incêndios nas matas brasileiras

Enviada em 17/10/2019

As florestas começaram a ser invadidas durante a conquista e a colonização portuguesa em 1500, o qual a partir do século xix teve seu processo de exploração advindo do ciclo econômico da borracha. Neste contexto, o uso mal apropriado e indevido do solo propagandeia focos de incêndio, o qual aumenta cada vez mais o estado de alerta ambiental.

Em primeiro plano, o bioma mais assolado e que sofreu com às queimadas foi a Mata Atlântica. É rica em diversidade de espécies e a mais devastada do planeta, sendo que engloba 17 estados do Brasil. De acordo com o site “sosma” restam apenas 12,4% da floresta original e, desses remanescentes, 80% estão em áreas privadas. Com efeito, o desmatamento é o principal fator desse estorvo por conta da exploração predatória, já que é manuseada ilegalmente pela ação humana o que prejudica o solo, e consequentemente, gera incêndios avassaladores.

Em segundo plano, o aumento de incêndios nas matas brasileiras é notícia no mundo afora. Segundo o site “matanativa” desde 2018, foram registrados cerca de 216 mil focos de incêndios em áreas florestais e de lavoura em todo o país. É fundamental entender que o motivo desse impasse é antrópico e, desse modo há perda da biodiversidade, tanto em termos da fauna quando da flora. O degradamento das matas promove mudanças climáticas que acarreta problemas de saúde, além de outro efeito negativo, o qual ocasiona o aquecimento global advindo dos gases emitidos.

Destarte, adotar medidas proibitivas é o melhor método para a conservação ambiental. Desse modo, há um curso de Treinamento de Brigada de Incêndio Florestal cujo intuito é qualificar e treinar às pessoas para atuar na prevenção e no combate aos incêndios. Assim, é capaz de fiscalizar e vigiar essas áreas de forma estratégica e eficaz, por meio de relatórios, rede de defesa. Outro ponto é a aplicação da legislação perante o responsável por provocar o fogo de maneira mais rigorosa e efetiva, provando legalmente seu envolvimento no caso.