O aumento de incêndios nas matas brasileiras

Enviada em 14/07/2020

Baseada em fatos reais, a série Aruanas, retrata fielmente a realidade das matas brasileira enquanto aos incêndios na figura da protagonista combatente dessas ações. Mesmo fora do tablado da ficção, o aumento de incêndios na flora brasileira é algo notório no século XXI e é causado também pela ação antrópica. Destarte, é vital analisar os fatores advindos dessa incursão e, para tal, urge a mitigação de duplo fomento: o intuito no poder aquisitivo financeiro, bem como a ação prejudicial ao habitat saudável á fauna.

Em primeira instância, o documentário “Nosso Planeta” expõe a crescente exploração das matas brasileiras por parte dos indivíduos. Essa atitude se dá no limitar atual e se aponta pelo aumento dos incêndios. Isso ocorre porque boa parte do corpo social –empresários- costuma por em prática seu lado egoísta, ao ponto de desmatarem aéreas da flora imprescindível para a manutenção do ciclo de vida da natureza com vista em alimentar sua poupança. Esse infortúnio reverbera, infelizmente, nos 50% das matas já devastadas da maior bacia hidrográfica nacional, a Floresta Amazônica. Logo, o Estado deve intervir para contrariar a referida ação.

Somado a isso, o físico Isaac Newton postulou sua terceira lei em “Toda ação há uma reação”. Tal raciocínio corrobora com a linha maléfica da ação do homem tangente a insistência no desmatamento à flora brasileira tendo como conseqüência: o acentuado incêndio nas matas brasileiras. Isso paira na resposta ao impasse de destruição do habitat da fauna, a qual é realizada de modo intencional, prevendo, por sua vez, autuação, fixada na Constituição Federal de 1988. Assim, os órgãos competentes devem entrar com as medidas de reprovação cabíveis.

Portanto, para cessar os incêndios nas matas brasileiras, o Ministério do meio ambiente, adjunto ao Ministério Publico, deve punir os responsáveis pelas queimadas da flora. Para disso, haverá a intensificação da Lei Ambiental de 1998, adicionando um tempo maior de punição e o pagamento de multa. O objetivo é finalizar as atribuições financeiras negativas aos responsáveis e, assim, finalizar os incêndios nas matas, inclinando-se ao que é considerado “Pulmão do mundo”, a Amazônia. Ademais, cabe ao Estado, monitorar os atos já supracitados. Logo, é indubitável a presença de fiscais capacitados para avaliar a situação das florestas, as quais são habitat para a fauna, no intuito de assegurar, de modo benéfico, não apenas a reprovação de atitudes infratoras ao meio ambiente, mas o local saudável. Somente assim, poderá a nação contar com uma ecologia eminente.