O aumento de incêndios nas matas brasileiras

Enviada em 16/07/2020

Ponderada por muitos especialistas como o pulmão do mundo devido ao elevado acervo de gás oxigênio produzido por suas plantas, a floresta amazônica enfrenta um impasse que, infelizmente, tem tido um gradual crescimento entre os biomas brasileiros, os incêndios florestais. Sendo assim, convém analisar que a falta de fiscalização contribui para o aumento desses e ainda que as queimadas causam sérios problemas ambientais.

Primeiramente, vale destacar que a falta de fiscalização é um dos fatores que mais colabora para a expansão de incêndios nas matas brasileiras. Apesar do Brasil possuir um uma norma a qual infinge rigorosamente quem ponha fogo nas florestas, são poucos os fiscais de órgãos, entre eles o Sistema Nacional do Meio Ambiente (SISNAMA) realizando vistoria nas vegetações dos biomas nacionais, as quias depende inteiramente da ação desses funcionários públicos. Diante disso, percebe-se que apenas uma ação mais contínua e interventiva do Estado será eficiente para solucionar o empecilho das queimadas, visto que somente a lei não elucida nada sem ter um profissional para executá-la.

Ademais, os incêndios florestais trazem como consequência diversos problemas ambientais. A partir da retirada da cobertura vegetal da Amazônia pelas queimadas, grande parte do gás oxigênio antes produzido é extinta, além da emissão de poluentes agravantes do processo de aquecimento global, liberados pela combustão do fogo e dos animais que perdem seu habitat natural.

Portanto, cabe ao governo a fundação de uma infraestrutura para investigar os biomas do Brasil. Para tal, o SISNAMA juntamente com a Polícia Militar farão patrulhas nas regiões mais afetadas financiados pelo Ministério do Meio Ambiente e pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (IBAMA), com o auxílio de drones, torres de vigia, câmeras, radares e equipamentos de alta tecnologia. A fim de que haja a mitigação das queimadas, a preservação das riquezas nacionais naturais e o bem-estar social.