O aumento de incêndios nas matas brasileiras

Enviada em 06/07/2020

O efeito estufa atua como estabilizador de condições climáticas na primeira camada da atmosfera, a troposfera. Ademais, o dióxido de carbono no ar vem numa crescente, em virtude de incêndios e a queima de combustíveis fósseis. Tais fatos fizeram com que houvesse a degradação da fauna e da flora e o super aquecimento global. Desse modo, a sociedade depara-se com desafios para erradicar a ação do homem no ambiente.

De início, é importante ressaltar que a conflagração de matas no Brasil atinge a fauna e a flora, na qual é de extrema relevância para os populares, visto que os mesmos regulam o chamado ciclo biogeoquímico e são de grande valor para a alimentação. Nessa perspectiva, de acordo com o Rapper Sid, na música “Brasil de quem”, “minha terra tinha palmeiras onde cantava o sabiá, hoje o sabiá já não canta como costumava cantar”. Sob tal ótica, nota-se que em gerações antecessoras, o Brasil tinha uma natureza tropical e exótica invejável, entretanto, com a problemática de queimadas proporcionou a diminuição da diversidade cultural que definia-se como de grande conservadorismo. Por conseguinte, esse ato prejudica o meio ambiente, além de afetar a sobrevivência de seres vivos.

Segundo o jornal Folha de São Paulo, os focos de queimadas na Amazônia, em 2019, aumentou 30% em relação a 2018. Essa realidade torna-se evidente, uma vez que há uma falta de auxílio governamental e por ausência de fiscalização nas áreas incidentes, outrossim, essas queimadas afetam a temperatura global, por causa da poluição atmosférica que pode causar problemas respiratórios graves. Por consequência, essa adversidade contribui para a perpetuação desse tipo de ação negativa na população.

Infere-se, portanto, que medidas são necessárias para conter o avanço dessa controvérsia. Com tudo isso, cabe ao Ministério do Meio Ambiente, em parceria com o Governo Federal, propor uma reeducação social e cultural, mediante a circulação de campanhas educacionais de prevenção à natureza, na internet e na televisão, em palestras nas escolas e praças públicas com ambientalistas. Em seguida, desenvolver não só fontes de energia renováveis mas também um reflorestamento, por meio de verbas governamentais e colaboração entre comunidades e Estado, com o intuito de promover menores taxas de incêndios em matas brasileiras em prol de um bem social e ambiental.