O aumento de incêndios nas matas brasileiras
Enviada em 21/09/2020
É notório que o aumento de incêndios nas matas brasileiras traz divergências de opiniões, principalmente, em relação ao comércio internacional. Dentre tantos aspectos, destacam-se: a falta da flora e fauna, ocasionando a extinção de animais e o desmatamento da natureza e a ação humana nas matas, que devasta áreas para seu próprio consumo e criar comércios.
Cabe mencionar a falta da flora e da fauna. O desmatamento florestal aumenta a cada dia mais, prejudicando tanto a natureza quanto os animais que lá vivem. De janeiro a agosto de 2019, o INPE registrou 74.155 focos de incêndio, o maior número em sete anos . Diante disso, muitas espécies de animais estão a beira da extinção e as matas cada vez mais devastadas, pois o fogo demora para apagar e assim as chamas ficam dias se abrangendo pelas regiões, exemplo disso é o pantanal que está a quase dois meses sendo devastada pelo fogo.
Por oportuno, merece ênfase que muitos desses incêndios foram ocasionados pelas ações humanas. Com base em informações de um novo sistema de monitoramento de queimadas feito pela Nasa, a origem de 54% dos focos de incêndio é o desmatamento. Isso ocorre, pois, o homem procura limpar essas áreas para ter posses de terras e assim com os recursos da natureza, criar um comércio ou até exporta produtos. A legislação permite a prática com o fogo, mas tem que ser controlada e autorizada pelos órgãos ambientais, porém é de se observar que não são controladas e acabam causando danos.
Feitas as reflexões, percebe-se que o aumento de incêndios nas matas brasileiras é polêmico. O fogo não é controlado corretamente e causa muitos danos na natureza e fauna. Assim deveria ser ilegal a prática de tal em áreas de matas, como para uso da agropecuária, ou até abrir um comércio, pois já foi visto que quanto mais fogo se usar, mais incêndios irão acontecer. Dessa maneira, tanto animais quanto a natureza vão sair prejudicados e no final, extintos.