O aumento de incêndios nas matas brasileiras
Enviada em 29/09/2020
Desde 2017, o número subsequente de incêndios em território brasileiro tem se tornado cada vez maior. O significativo aumento de fogo em contato direto com as terras, em destaque coloca-se as zonas amazônicas e o Cerrado, ambas com grande diversidade de fauna e flora, resulta na morte de plantas, animais e na degradação de terras, que podem ser local de habitação humana.
Anteriormente, as queimadas ocupavam um território equivalente ao tamanho da cidade de São Paulo, já em 2020, as ocorridas no Pantanal, segundo a SOSPantanal, consomem dez vezes mais que a cidade anteriormente citada. As queimadas nesse bioma são 90% geradas pela ação humana e apenas 3,5% identifica-se como área protegida (Deutsche Welle).
Os incêndios criminosos, pela ação humana de tipo B, destroem áreas como unidades de conservação e terras indígenas, pontos de calor e ventos, que são determinantes do clima, também influenciam na proliferação. Os animais, em sua maioria, morrem devido ao alto nível de calor, desidratação ou asfixia e ainda, muitos deles dependem de outros ou da vegetação, que já foram tomados pelo fogo.
Para que que esses desastres ambientais sejam evitados, primeiramente, o Corpo de Bombeiros Militar do Estado deve ser acionado pelo número 193, para que dessa forma com um boletim para o Ministério Público, o foco principal seja contido e outros locais próximos evitem a reprodução que pode danificar a região; os patrulhamentos de avião, via terrestre
ou via satélite, são opções de extrema eficácia, que podem ser operados pela Polícia Civil. Espera-se que o Governo Federal Brasileiro, proteja as aldeias indígenas, próximas dos incêndios e os animais que vivem no ambiente, enviando-os para lugares em que possam ser protegidos e abrigados corretamente, evitando mais mortes e feridos.